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“The Body Politic”

Enquanto a BBC fornece espaço para jornalistas obesos caçarem pessoas que andam nas ruas sem máscaras, e cidadãos são supreendidos com militares batendo porta-a-porta pedindo para que pessoas se submetam a testes médicos, esbarro neste incrível (e poético) depoimento de Fiona – uma singela avó britânica terrivelmente preocupada com os efeitos das medidas contra Covid-1984 sobre nossa psicologia social e seus ditames ditatoriais – com repercussões na economia simbólica. Entre outras coisas ela expõe a facilidade desconcertante na qual nos vemos “pedindo permissão” para realizar os mais simples atos humanos – como o de abraçar seus avós, ou estar entre presentes no funeral de entes queridos. Somos todos possíveis “infectantes”.

O que pensar afinal sobre estas supostas políticas de “saúde pública” e o que fizeram de nossos corpos, nossa vida privada e nosso entendimento de humanidade?

Are we “allowed” to oppose this medical dictatorship?

E, em complemento (e incentivo) contra a praga (da infodemia), encontro uma pequena, e um tanto inusitada peça publicada pelo Instituto Mises nesta semana. Não poderia concordar mais com o autor – essas medidas higienistas (dignas de um terceiro reich) chegaram às raias do anti-natural. Por que deixamos de confiar em nos nossos corpos e nestes pequenos organismos que nele co-habitam? (virus, fungos, bactérias). O desejo assassino de vermos-nos livre deles reflete um desejo de auto-destruição…?

“The world is full of bacteria and viruses, and sometimes they make us a bit sick for a few days. There are millions of them in the world all around us, on our skin, in our nose and respiratory tract, in our organs. We are meant to live with them, which is why we all have immune systems designed to help us coexist and adapt to ever-changing organisms. We develop antibodies naturally, or we attempt to stimulate them through vaccines, but ultimately our own immune systems have to deal with covid-19. The virus will always be out there waiting, on the other side of any lockdown or mask—so we might as well get on with it. “

Jeff Deist – The Absurdity of Covid “Cases” –
https://mises.org/wire/absurdity-covid-cases

NOTA: Apesar de não ser minha fonte favorita de notícias, o artigo do Mises me parece confirmar o que já andam dizendo os famigerados (e ignorados) cientistas – Dr Sunetra Gupta (Oxford), Dr Jay Bhattacharya (Stamford) & Dr. Martin Kulldorff (Harvard) – que hoje formalizaram em público, e com palavras um tanto duras, uma verdade que políticos e misantropos de plantão parecem querer ignorar – de fato, não há outra estratégia para lidar do virus senão a temida imunidade de rebanho. Os efeitos a longo prazo de lockdowns, máscaras e isolamento também representam um risco a saúde pública – e são prontamente ignorados pela mídia mundial. Quanto iremos aprender que a natureza não é obrigada a respeitar nossas políticas?).

The Great Barrington Declaration

“A Grande Declaração de Barrington”

As infectious disease epidemiologists and public health scientists we have grave concerns about the damaging physical and mental health impacts of the prevailing COVID-19 policies, and recommend an approach we call Focused Protection. 

Por sermos epidemiologistas e cientistas de saúde pública demonstramos uma enorme preocupação quando aos danos físicos e mentais das políticas dedicadas a erradicar COVID-19, e recomendamos uma aproximação que nomeamos Proteção Focada.

Coming from both the left and right, and around the world, we have devoted our careers to protecting people. Current lockdown policies are producing devastating effects on short and long-term public health. The results (to name a few) include lower childhood vaccination rates, worsening cardiovascular disease outcomes, fewer cancer screenings and deteriorating mental health – leading to greater excess mortality in years to come, with the working class and younger members of society carrying the heaviest burden. Keeping students out of school is a grave injustice. 

Vindo de ambos esquerda e direita, e de todo mundo, temos devotado nossas carreiras à proteção das pessoas. As políticas de lockdown têm produzindo efeitos devastadores, de longo e curto prazo, a saúde pública. Os resultados (de somente alguns) demonstram que houve redução nas taxas de vacinação de crianças, uma piora de doenças cardiovasculares, poucos exames de câncer e a deteriorização da saúde mental – o que leva a um excesso na mortalidade da população nos anos porvir, com a classe trabalhadora e os membros jovens da sociedade carregando o fardo mais pesado. Manter estudantes fora das escolas é uma grave injustiça.

Keeping these measures in place until a vaccine is available will cause irreparable damage, with the underprivileged disproportionately harmed.

Manter estas medidas até o aparecimento da vacina vai causar danos irreparáveis, com os desprivilegiados sendo desproporcionalmente afetados.

Fortunately, our understanding of the virus is growing. We know that vulnerability to death from COVID-19 is more than a thousand-fold higher in the old and infirm than the young. Indeed, for children, COVID-19 is less dangerous than many other harms, including influenza. 

Felizmente, nosso conhecimento do virus está aumentando. Nós sabemos que a vulnerabilidade que leva à morte por COVID-19 é mais de mil vezes maior para idosos e enfermos do que para os jovens. De qualquer forma, para crianças, COVID-19 é muito menos perigoso do que outras doenças, incluíndo a gripe comum (influenza).

As immunity builds in the population, the risk of infection to all – including the vulnerable – falls. We know that all populations will eventually reach herd immunity – i.e.  the point at which the rate of new infections is stable – and that this can be assisted by (but is not dependent upon) a vaccine. Our goal should therefore be to minimize mortality and social harm until we reach herd immunity. 

A medida em que a imunidade cresce na população, o risco de infecção – incluíndo dos mais vulneráveis – cai. Nós sabemos que todas as populações eventualmente vão atingir imunidade de rebanho – e neste ponto a taxa de novas infecções será estável – e isso pode, mas não depende, do aparecimento de uma vacina. Nossa metal deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e o dano social até que alcancemos a imunidade de rebanho.

The most compassionate approach that balances the risks and benefits of reaching herd immunity, is to allow those who are at minimal risk of death to live their lives normally to build up immunity to the virus through natural infection, while better protecting those who are at highest risk. We call this Focused Protection. 

Com compaixão, podemos balancear os riscos e benefícios de se atingir imunidade de rebanho, e dessa forma permitir que aqueles com o risco mínimo de morte possam viver suas vidas normalmente, e assim criar imunidade contra o virus através do contágio (e infecção) natural, enquanto protegem aqueles que estariam em maior risco. Nós chamamos isso de “Proteção Focada”.

Adopting measures to protect the vulnerable should be the central aim of public health responses to COVID-19. By way of example, nursing homes should use staff with acquired immunity and perform frequent PCR testing of other staff and all visitors. Staff rotation should be minimized. Retired people living at home should have groceries and other essentials delivered to their home. When possible, they should meet family members outside rather than inside. A comprehensive and detailed list of measures, including approaches to multi-generational households, can be implemented, and is well within the scope and capability of public health professionals. 

Ao adotar medidas para a proteção dos vulneráveis deve ser a meta dos serviços de saúde pública. Por exemplo: casas de idosos poderiam utilizar-se de staff que já adquiriu imunidade, e frequentemente testar (com o PCR) os visitantes. Rotatividade de staff também deve ser minimizada. Aposentados e idosos vivendo em casa devem utilizar de serviços de entrega-à-domicílio. E se possível, encontrar membros da família fora de casa (e não dentro). Medidas detalhadas e fáceis de entender devem ser elaboradas, incluindo aquelas que dizem respeito a famílias onde várias gerações convivem no mesmo teto.

Those who are not vulnerable should immediately be allowed to resume life as normal. Simple hygiene measures, such as hand washing and staying home when sick should be practiced by everyone to reduce the herd immunity threshold. Schools and universities should be open for in-person teaching. Extracurricular activities, such as sports, should be resumed. Young low-risk adults should work normally, rather than from home. Restaurants and other businesses should open. Arts, music, sport and other cultural activities should resume. People who are more at risk may participate if they wish, while society as a whole enjoys the protection conferred upon the vulnerable by those who have built up herd immunity.

Aqueles que não são vulneráveis à doença devem voltar à vida normal imediatamente. Medidas simples de higiene, como lavar as mãos e ficar em casa (caso apresente sintomas de doença) devem ser praticadas por todo mundo. Escolas e Universidades devem ser abertas para ensino presencial. Atividades extra-currivulares, como esportes, devem retornar. Adultos fora de risco devem trabalhar normalmente, ao invés de ficar em casa. Restaurantes e outros estabelecimentos devem ser abertos. Artes, Música, Esportes e outras atividades culturais devem retornar. Pessoas com maior risco podem participar destas atividades, enquanto a sociedade desenvolve a imunidade que afinal vai favorecer aquelres mais vulneráveis.

Por ser uma declaração mundial, você pode assina-la no link.

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Protesto – Londres – 26/09/2020

Apesar de respeitar 1 minuto de silêncio em homenagem ao policial morto (por um preso em custódia) neste final de semana, a polícia britânica não mediu forças (e truculência) ao tentar impedir o protesto de hoje, inclusive levando algemado o médico ativista Dr Heiko Schöning, em Londres.

O médico alemão responde por um grupo de centenas de profissionais de saúde da Alemanha que se opõem à narrativa oficial da pandemia, e esteve presente em dezenas de eventos médicos opostos à problemática e a metodologia de enfrentamento ao Coronavirus.

Dr. HEIKO SCHÖNING comisión de Investigación, colaboración España Alemania.

VIDEO: The COVID-19 Extra-Parliamentary Inquiry Committee (traduzido em Inglês). 

A ação da polícia foi marcada por um número excepcional de policiais, e teve como tática a dispersão do protesto “de dentro para fora”. Mais tarde policiais perseguiram aqueles que foram protestar em Hyde Park.

Novamente, a jornalista Anna Brees entrevista os frequentadores do protesto – e nos mostra que o perfil não condiz com o que vêm sendo publicado na mídia britânica.

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“Ich bin ein Berliner”

E afinal, um Kennedy volta a discursar em Berlin

e o silêncio da mídia é ensurdecedor!


Freedom D-day – Berlin – 29 de Agosto de 2020
“O Oposto do Nazismo”

Versão em audio para Deficientes Visuais (Narrado por Helga Maria Saboia Bezerra)

E mais:

De acordo com a versão brasileira do Deutsch Welle, além de outros veículos da grande mídia, este discurso nunca aconteceu, ou se aconteceu foi direcionado para uma platéia de “negacionistas”, “neonazistas” e “simpatizantes da extrema-direita”.

(Se alguém encontrar uma suástica nazista nas imagens deste vídeo, deixe-me saber).

Referências ao discurso do Sr. Kennedy foram completamente ignoradas.

E chamam isso de jornalismo?

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#MeuCorpoSuasLeis

#FascismoDoBem

Ao iniciar a escrita deste artigo encontro-me confuso, senão totalmente desacreditado no que preciso destilar antes de tentar descrever, e refletir, sobre esta (dita) pandemia. O risco é que saia ainda mais ferido e decepcionado por comentar current affairs.

Tento alertar-me para o fato de que muitas opiniões nascem da ignorância ou da ingenuidade – mas não posso deixar passar o momento para apontar que, em sua maioria, o que tenho ouvido é altamente preocupante.

A verdade é que a narrativa lunática desenrolada pela mídia já cansou muita gente – e um número expressivo de pessoas ocupou cidades como Londres & Berlin neste final de semana, novamente, para protestar outro crime contra a humanidade – dessa vez cometido sob nossos olhos, e com tendência a piorar. Eis algumas fotos do protesto – é possível ver que (nem todos) são paranóicos de internet – mas gente comum, preocupada com a liberdade que lhes vem sendo roubada.

Walkthrough Berlin (by Der Schläferhund) – LISTEN!

A Jornalista Anna Brees (ex-BBC) nos fornece um perfil mais claro do tipo de gente que foi protestar, suas motivações e preocupações.

É óbvio que jornais como a Folha, o Estadão, o Estado de Minas, etc… deliberadamente ignoram tudo isso, ou noticiam como mais “risco de infecção”

Nossos atores políticos apostaram em uma política de quarentena cuja lógica é de guerra – e, na melhor das opiniões, absolutamente contraditória; talvez por isso, perdido entre escolhas, algumas pessoas têm preferido o salve-se quem puder.

E aqueles que (por via das dúvidas) vêm questionar a natureza das medidas adotadas por governos mundo afora, são imediatamente classificados como egoístas e desumanos, que não se preocupam com o bem-estar do outro e desejam ver a morte de nossos avós.

Paralelamente acumulei exemplos de um número de intervenções pontuais que, sob o olhar da história, soam como deja-vu de épocas sombrias da humanidade – mais especificamente os regimes totalitários do século 20. Para os defensores das atuais políticas, é um vale-tudo.

Pouco importa que órgãos do Estado criem e instalem máquinas que prometem desinfectar pessoas em praças públicas com o uso de gases tóxicos (como o Ozônio). Pouco importa que destinem centenas de pessoas para campos de concentração de infectados. Pouco importa que residentes sejam impedidos de deixar seus prédios, ou cidades inteiras sejam seletivamente destruídas como punição por um aumento do número de infectados.

Assim muitos estarão contagiados pelo “coronavirus”
E nunca foi tão fácil enviar pessoas para a câmara de gás…

Ainda espero obter uma resposta favorável para este tipo particular de sentimento de culpa no qual o julgamento racional de um indivíduo é subitamente colocado à parte de forma a promover a idéia estapafúrdia na qual para se obter segurança vale a pena correr qualquer risco.

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“If you give up your freedom for safety, you don’t deserve either one.”

― Ben Franklin

Floyd explica

I can't breath!

Neste contexto de emergência médica, feita para “proteger” os cidadãos, é vital que a classe trabalhadora perca o emprego, feche seus negócios, acabe com sua sociabilidade, e por fim sua saúde… tudo para que fiquem em casa. (Preferencialmente comprando online e perdendo horas nas redes sociais ou em jogos de video-game!)

Acaso venham exigir uma explicação plausível, ou mesmo solicitar aos órgãos oficiais uma evidência científica sólida para justificar a coisa toda (Lockdowns, Isolamento, Máscaras, etc), grudam-lhe o temido rótulo de conspiracionista (sic) – ou mesmo chegam a sugerir tratar-se de “sociopatia” (termo sem quaisquer legitimidade acadêmica).

“…if you are not like everybody else, then you are abnormal, if you are abnormal , then you are sick. These three categories, not being like everybody else, not being normal and being sick are in fact very different but have been reduced to the same thing” 

Michel Foucault

Na sociologia, assim como na psicologia, evocam a ruína da Liberdade, desprezando anos de teorias e pensamento filosófico sobre o tema. Poderia acusa-los da mesma forma que acusam os filósofos que tanto lêem?

Em um documento da De Gruyter Social Sciences, deixam claro que valores como Liberdade são meras bobagens platônicas:

So, if you are struggling with doing your part and staying home, you are struggling with an ancient inner opposition — the refusal to equate freedom with confinement. As such, in semiotic turns, you must restructure the notion of confinement as related to present physical spaces, and locate it in the context of humanity as a whole. These are ideas we developed to protect ourselves, so let’s use them to do so. Stay home. You are not confined … you are but merely constrained.

Stéphanie Walsh Matthews
DON’T CONFUSE CONSTRAINTS WITH CONFINEMENT DURING COVID-19

É certo atribuir essas demonstrações de passividade e conformismo ao medo da pandemia? Ou haveriam mecanismos mais maliciosos em jogo? Afinal, a misantropia e o comportamento anti-social são também traços de quem opta por viver fora da realidade – ou crendo fazer parte dela através de meios de mídia (Facebook, Instagram, etc – fantasias desenvolvidas por um explícito psicopata). Tornamos-nos espectadores desta tragédia, e nossa empatia foi direcionada de forma a apoiar este fiasco em saúde pública.

We have become observers in our own lives as digital slaves to our devices and instead of participating we are witnessing our own lives by recording and broadcasting everything, but often missing the real- time experience.

Dr. David Greenfield, 2018
Contra máscaras (e politicamente correto)

Sugerir que nossa imersão em tecnologia tornou a sociedade mais sábia é um mito que já deveria ter caído por terra há algum tempo, mas persiste. Nestas horas chego a concordar com o comediante David Mitchell a internet faz mais mal para a sociedade do que armas nucleares jamais fizeram.

O uso compulsivo de computadores não auxilia o cérebro a pensar melhor, mas sim substitui o ato de refletir a realidade pelo de convencer o que lhes parece real. Hoje em dia é tudo uma questão de concordar e discordar, acreditar e desacreditar – e a força que move esta estúpida dicotomia fundamentalmente afeta nossas políticas de boa vizinhança.

Torna-se cada vez mais difícil chegar a um consenso, pois a informação adquirida passa a ser regurgitada sem que a digestão tome parte do processo – é como se nosso caráter e identidade dependesse de nossa capacidade de persuasão, e não daquilo que somos ou acreditamos.

A internet criou uma geração de narcisistas hipócritas cheios de boas intenções.

Nicholas Carr confirma as minhas suspeitas sobre a imbecilidade da internet em seu livro The Shallows – What the Internet is doing to our Brains. Em sua pesquisa, Carr descobriu que nos ambientes virtuais tornamos-nos incapazes de focar em um fato, ou mesmo reter informação complexa; e estimulados pelo mecanismo de recompensa feito por design pelas mega-corporações de tecnologia, (de forma a nos deixar viciados em cliques, e com isso produzir mais lastros pessoais para alimentar dinâmicas de mercado). Inevitavelmente acabamos perdidos neste fluxo informacional, deixando de lado a crítica e optando por uma visão simplificada de mundo – no qual o computador só existe para certificarmos-nos de nossa própria identidade e desejo, (nada mais confortante em tempos onde a falta de sentido impera em meio ao absurdo). Para o filósofo Peter Sloterdjik, a infecção por informação é mais viral do que o virus em si, e com ela vêm o contágio pelo medo.

What our response to the coronavirus is proving is that the globalization through media is an almost accomplished project. The world as a whole is more or less synchronized and pulls together into one hothouse for contagious news. The infection by information is as strong, even stronger, than the infection by the virus. And so we have two pandemics at the same time: one, a pandemic of fear, and the other of real contagion.

Peter Sloterdjik (Em entrevista para Deutsch Welle)

O perfil psicológico do usuário da internet foi discutido amplamente no brilhante documentário Hypernormalisation, de Adam Curtis. Aqui vemos que, tanto nas promessas do cyberspace quanto em utopias psiquiátricas, a idéia final é promover submissão através do individualismo e narcisismo – ambos se complementam nesta delicada noção de que vida social só pode ser atingida quando aceitamos complacência e servitude, disfarçado de um falso autruísmo que sinaliza moralidade (o sonho de qualquer governante autoritário).

De fato, a imersão desenfreada na web criou um indivíduo superficial, egocêntrico, mentalmente preguiçoso, e incapaz de pensar por si próprio – mas com toda informação disponível para justificar aquilo que pensa, e um caledoscópio de opções para fantasiar sua identidade e dissimular sua apatia perante o sofrimento do outro. Essa falsa empatia é um traço do autismo em uma sociedade feita de autômatos. Até quando essa dinâmica feita com espelhos realmente favorece a vida social?

Aliado a um absurdo discurso de #SalvarVidas, governos tentam convencer-nos de que são capazes de gerenciar economias em frangalhos, o comportamento “negacionista” das massas, mas também a manutenção de doenças e mortes – isso legitima ações impulsivas com o auxilio de dados em um sistema que promete “ler” o indivíduo em sua totalidade. A perícia analítica substitui o empirismo do contato e a ciência passa a produzir superstições. Nesta relação incestuosa entre análise e dados, cientistas inescrupulosos posam de Nostradamus na esfera pública – porém, ao invés das “certezas” da astrologia são guiados pelo que diz a máquina.

Para o Colégio Imperial de Londres a previsão foi de um bodycount de meio-milhão de mortos – assim estipulou o sacerdote-mor da medicina analítica, Neil Fergunson, primeira voz oficial do governo britânico a recomendar o lockdown e as prisões domiciliares; (contudo, por ironia do destino, o mesmo teve que resignar do cargo após ser pego viajando quilômetros para encontrar-se com a namorada, desrespeitando os limites que havia recomendado).

E em nenhum momento, até então, esta falácia manipulatória se mostrou mais evidente do que neste período de “pandemia” – quando governos tentam nos convencer que:

através de aplicativos médicos podemos ser diagnosticados,

através de lockdowns podemos impedir que um vírus se alastre,

através de telas de computador podemos ser educados, promover orgias musicais e saciar nossa fome consumista…

ou mesmo conseguir atendimento psicológico (vide os 3 milhões de reais investidos em uma start-up especializada nisso).

Dessa forma buscam sanar o estresse pós-traumático – ocasionado pelo fato de que estaremos falidos pelos próximos anos, ao término da crise – (prevê-se que o Brasil registrará a segunda maior queda no PIB no planeta…).

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U M A N O T A D E O T I M I S M O:

Human nature has the capacity to transcend what human behaviour has been so far.

Daniel Schmachtenberger

O termo infodemia parece ser o mais adequado para descrever a coisa toda – e é certo que a forma de contágio da máquina para humanos é estabelecida com a ajuda de oximoros.

Em uma sociedade onde o pensamento binário substituiu a reflexão profunda e calculada, onde o simulacro é mais real do que a experiência imediata, a política se torna inevitavelmente um jogo de máscaras (e não me refiro às focinheiras que andam obrigando-nos a vestir).

Não obstante, nada mais interessante para nossos políticos virtuais do que jogar com as dúvidas de uma audiência carente de sentido, ou investir na contradição que brota de sinais conflitantes para nublar suas verdadeiras intenções.

Nesse momento surgem os oximoros, e torna-se aceitável promover qualquer coisa (nociva ou não) para a manutenção do #BemEstar. Influenciados por essa dinâmica que despreza qualquer lógica, passamos horas, dias, semanas brigando e discutindo entre nós, a respeito de tudo sem nada dizer – e do alto de sua pretensão, as elites se entregam à gargalhada.

A resposta aos fatos, e não o fato em si, é o que importa. Nesta dinâmica abraçamos com força aquilo que acreditamos constituir nossa identidade – e buscamos refúgio no narcisista que existe em todos nós.

Imploram que a população use máscaras, e cedemos para sinalizar uma virtude moral – mesmo sabendo do desconforto e riscos que trazem. Nisto não importa o que diz o corpo, sua primeira proteção contra o exterior. Em tempos de pandemia pecamos por não sentir medo do vírus, mas por termer a terapêutica preventiva instituída pelo Estado (não baseada em evidência científica, como alguns querem acreditar). A aliança entre Estado e a prática médica ressuscita ecos de outras eras.

Neste contexto a própria caracterização do risco do Coronavirus, por exemplo, é ilustrada não pelo número de fatalidades, mas sim pelo número de casos. Aqueles que se recusam a usar máscara como veículos do vírus tornam-se dignos de exclusão social, e merecem ser lançado ao ostracismo.

Agora entendo o porquê da marcha dos zumbis ter sido feita tão popular. Estavam tentando nos acostumar para mais este apocalipse…

Brains… Brains…

#IsolamentoSocial / #FiqueEmCasa

A propaganda oficial criada de forma a diminuir o contágio funciona como arma política exatamente por ser paradoxal, e suas normas incapazes de serem cumpridas. É usando como desculpa a impossibilidade de reduzir casos que implementam políticas cada vez mais ferrenhas, e no futuro, diante da desolação provocada pelo Lockdown, vão culpar o vírus.

Em cartazes e outdoors tanto pedem ordenam para que #FiqueEmCasa ao mesmo tempo em que sugerem obrigam #IsolamentoSocial (que em outros tempos foi considerado um traço de personalidade depressiva, anti-social, pronta para uma visita ao psiquiatra…).

O fato é: governantes sabem muito bem que isolamento causa depressão, além de devastar com o sistema imunológico aumenta a possibilidade para o abuso de drogas, e aliado à propaganda de medo alimentado pela mídia o resultado pode vir a ser catastrófico para qualquer pessoa, saudável ou não.

Para aqueles que vivem em família, trancar-se em casa implica necessariamente em negar o isolamento social, e não facilita distanciamento algum – já que dentro de casa estaremos constantemente rodeados por gente, (o que dizer então dos vizinhos que iremos encontrar com mais frequência no elevador). Desta forma virus podem ser transmitidos para famílias inteiras – incluíndo os mais vulneráveis ao Covid-19 (seus avós). A idéia de que ficar em casa é sinônimo de segurança me soa como típico discurso conservador, de sacralização do lar como se todo convívio familiar fosse um “mar de rosas”.

Sabemos que isso é falso.

Mundo afora é visível o aumento no número de casos de violência doméstica – algo ainda pouco evidenciado no Brasil, mas cujo estresse só será amplificado após o fim dos auxílios oferecidos pelo Estado.

Vejamos como iremos lidar com a violência doméstica, ou mesmo a insurreição dos famintos, ao término dos auxílios-emergenciais esmolados pelo governo…

Ficar em casa é, para todos os efeitos, um ato social dos mais íntimos – mesmo que casais prefiram dormir em camas separadas. Já para aqueles que não têm família, ou muito aterrorizados para arriscar dividir o colchão com um possível “infectado” – a solução é a internet, os vícios e o suicídio. (Nenhuma destas opções me parece muito saudável, embora possam vir a evitar o contágio por transmissão de pessoa para pessoa, ajudam a tornar a vida social um lugar estéril, falso e sem graça – em suma, uma utopia nerd).

A indústria do delivery (parte da sociedade construída com a ajuda de #Apps), também exige que algum contato humano ocorra durante a distribuição de bens-de-consumo – o que dizer então das pessoas que trabalham em fábricas de produção de alimento…?

Ao usuário de ifood parece impossível questionar: não seria possível que um vírus viajasse de uma gota de suor sobre o sushi para minha boca?

Na paranóia midiática vemos um número de denúncias no qual o vírus aparentemente foi encontrado em fábricas de alimentos. Portanto, a despeito do regime higienista típico de regimes totalitários, essa tentativa de expurgar a biologia humana e a tenacidade viral deste planeta simplesmente não será assim tão fácil.

Para a desilusão dos acadêmicos, a natureza mostrou-se mais complexa do que nossa vã ciência – e a resposta dos governantes, ao invés de admitir a impotência em lidar com eventos desta natureza, é apostar em mais enrijecimentos, mais autoritarismo e uma tendência em colocar a culpa na própria população. E dessa forma os lockdowns vão se tornando cada vez mais seletivos e pontuais (como ocorreram nas cidades de Melbourne, Leicester e Liverpool).

E, por falar em ciência – me parece estranho que, no ano de 2020, ainda temos que lidar com surtos epidêmicos com táticas oriundas da Idade Média.

(É fato histórico: a Polônia foi um dos países com menos fatalidades durante a peste negra por aplicar uma tática radical de controle populacional – era hábito que, durante surtos da doença, emparedassem famílias inteiras dentro de suas casas, por dias, caso um dos membro apresentasse os sintomas da peste. Se sobrevivessem – sem comida e bebida – retornavam para a sociedade. Penso se não seria esta a intenção dos ativistas pelo isolamento social – matar o virus junto do doente…).

Chegamos a um patamar total de subserviência ao ridículo do Estado e sua ditadura médica global. E assim, de uma forma meio imbecilizante, pedimos para que implementem tudo aquilo que é impossível para a natureza humana cumprir; e assim passamos a aceitar a “normalidade” de um dos maiores crimes realizados contra a humanidade. Imagino como historiadores vão descrever este período no futuro…

Talvez o desejo seja o de criar um mundo no qual o vírus humano não se espalhe. Esta fome por genocídio é um traço da Inteligência Artificial, e corrobora com as intenções de Sophia – a famigerada meretriz (robótica) da babilônia.

#EuCuido

A própria natureza da doença (que afeta o mecanismo da respiração) têm como tratamento preventivo a obstrução do ato de respirar livremente através do uso de máscara. Especialistas que disso discordam devem ter desenvolvido guelras, e como as criaturas aquáticas podem ser lançados ao mar.

Há também aqueles que atribuem ao uso da máscara a uma maior resiliência física durante o lockdown. A máscara se tornou item de proteção durante corridas matutinas, no parque, na praia – desprezando o melhor e mais respirável oxigênio, enquanto fazem os usuários acreditarem-se imunes aos problemas respiratórios. Os desportistas de focinheira não chegam a atribuir a melhora na respiração ao fato de que durante o lockdown houve uma diminuição expressiva da poluição – sabidamente a maior causadora de doenças respiratórias.

Para os atletas mascarados sugiro não irem treinar na China.

O óbvio deixa de ser óbvio, em prol da afirmativa de uma CAUSA.

Já vimos isso antes.

Joseph Goebbels quem o diga…

A maior idiossincrasia de comportamento contudo diz respeito aos posicionamentos políticos que depositam plena confiança nessas estratégias de contenção viral. #FazerBem é o mantra que seguem e se iludem, e mesmo isso ocorre binariamente; raciocínio de computador, ou de torcedor de futebol. No final, todos concordam com a urgência da calamidade – sem medir o custo, ou a eficácia, dos métodos sendo aplicados para combatê-la.

Militantes da Direita apoiam o presidente Bolsonaro – que na frente da webcam pede ao trabalhador que volte ao trabalho, enquanto passa ou veta leis que alavancam sua popularidade. Bolsonaro, como qualquer pessoa que frequenta círculos militares, atua nas sombras – entretanto, há de se considerar que têm manuseado a crise de forma a facilitar o extermínio daqueles que não fazem o bem (que ele quer). Dentre estas leis, por exemplo, adoecer presidiários e agentes penitenciários é OK. Ou vetar compensação para profissionais de saúde incapacitados pelo coronavirus. O tipo de brasileiro que apoia isso não apoia o país.

Para os apoiadores de Bolsonaro é fácil exercitar um suposto “negacisonismo” do virus. Em contato com eles vale lembrar que este mesmo presidente, ainda no mês de Fevereiro, (ANTES DE QUALQUER CASO DE INFECÇÃO e atento as aglomerações do Carnaval), assinou todos os documentos legais necessários para empurrar sobre nós esta ditadura médica, restringir nosso direito de ir e vir, e assim acabar com a produção, o comércio e o entretenimento; promulgando aos governadores a tarefa de fazer o trabalho sujo, enquanto pousa de rebelde para as câmeras; (emulando a postura do presidente Trump).

A ação dos governadores locais resultou em um verdadeiro Estado Policial. No Rio de Janeiro o número de fatalidades em encontros com a polícia AUMENTOU, a despeito da queda em atos criminosos durante a epidemia. Quantas dessas vítimas não foram exterminadas simplesmente pelo fato de estarem fazendo uma caminhada? Ou indo visitar um parente? Quando João Dória chamou Bolsonaro de “virus”, ele não fez nada além de reconhecer na figura do presidente aquilo que também é – um líder autoritário, afetado por elitismo, que acenou para a possibilidade da polícia paulista deter idosos na rua, além de fechar negócios e impôr toque-de-recolher. Isso sem contar o tratamento especial devotado aos moradores de rua – genericamente enquadrados como usuários de drogas (muitos poderiam ser famílias de desalojados recentemente por todo Estado de São Paulo).

Toda essa truculência totalitária corresponde exatamente ao perfil de política que o Sr. Bolsonaro imaginou para o Brasil ao assinar decretos que deram liberdade para que governadores implementassem o Estado de Emergência – da forma que achassem melhor.

How Sao Paulo’s governor fought “Coronavirus”
“Concentration Camps for drug addicts”
Curfew in Sao Paulo: “It is a crime to be outdoors”

A coisa fica ainda mais séria quando notamos que a reação de simpatizantes da Esquerda em pouco difere da agenda presidencial e favorece as mesmas disposições autoritárias dos governantes que dizem desprezar! Dilma Rouseff e a turma do PT em pouco contribuiu para prover soluções à crise – e novamente ajudaram a transformar tudo em uma rixa partidária.

O Coronavirus, afinal, foi o GRANDE EQUALIZADOR – e nos dois extremos da política encontramos as mesmas opiniões.

A triste verdade é que: quem apoia lockdown, máscara, etc. acaba por conferir poderes extraordinários ao presidente – e com ele, o fim do estado democrático, da liberdade de expressão e a instauração predatória de corporações que, sob a desculpa de monitorar o virus, favorece a agenda tecnocrática de tycoons de Silicon Valley e além.

Esta propensão ao autoritarismo em todos os espectros da política implica em um wishful thinking no qual a parcela mais socialista da população acredita que a melhor forma de proteger a vida privada é privando o indivíduo de sua liberdade, enquanto a parcela mais conservadora acredita que tudo não passa de sinais do Apocalypse, previstos no púlpito de suas igrejas evangélicas, e buscam proteção em figuras fortes (e assim se humilham, na moda católica, para defender as mentiras que ouvem de seu presidente).

De qualquer jeito é o caos que sai ganhando.

Se algo me chama atenção nesta crise não são os números de infectados, ou mesmo os mortos pela doença – mas sim o empobrecimento generalizado do espírito crítico, da astúcia malandra e a ausência de sorrisos pelas ruas da cidade. Perante esse regime no qual apontam que “conspiração” equivale à busca pela verdade, não existe espaço para jornalismo, política ou ciência – imagino que o Brasileiro já esteja preparado para aceitar a escravidão tecnocrática e o capitalismo 2.0 que dela advém, e para cuja atual crise foi provocada. Que venham mais microchips, mais vigilância e dinheiro digital. E também vacinas obrigatórias, claro.

Meu corpo, minha escolha – já me disseram.

Penso que nisso devemos incluir o cérebro!

A máscara da besta

(E a cegueira em todos nós…)

No mês de abril, com o agravamento da “pandemia” (na mídia), um pandemônio de leis absurdas se alastra pelo país como fogo selvagem. Foi a partir deste mês que governantes com um péssimo histórico em administração de saúde pública – e que supostamente estariam contrariando o pedido de isolamento vertical do presidente Bolsonaro – começam a aplicar normas cada vez mais totalitárias a fim de conter a tal “gripezinha”.

Em São Paulo, a capital financeira do Brasil, a aposta em barrar o virus não somente inclui o distanciamento social e o fechamento do comércio, mas temos lá um governador a sugerir multas e prisão para quem desrespeitar legislações extremas propostas as pressas por seu governo. No Rio de Janeiro conjuram a idéia messiânica de que é possível diagnosticar o contágio pelo Covid-19 através do telefone e, por este milagre da tecnologia, sugerir medidas de “tratamento” (mesmo que este ainda seja debatido por especialistas mundo afora).

Denúncias levam à prisões em diversas partes do país em clara demonstração de abuso de autoridade – com jovens sendo detidos em delegacias ao reunirem-se para festejar, e idosos abordados pela polícia como criminosos ao saírem de suas casas, quando não orgulhosamente declarados prisioneiros domiciliares por suas próprias famílias.

Mesmo estando alertas quanto aos efeitos catastróficos da pandemia na economia mundial, governantes utilizam-se da declaração presidencial, que estabeleceu uma “calamidade” de ordem nacional, com o intuito de decretar ordens que, de fato, não vêm para amenizar a perda de poder aquisitivo devido as demissões em massa, nem demonstram zelo pela saúde da população. Em Belo Horizonte, sob o pretexto de diminuir o contágio, decretos são impostos para que todos sigam – e desta forma o comércio passa a recusar a venda para quem não estiver disposto a vestir a fantasia de médico dentro de estabelecimentos que ainda são permitidos funcionar (sob o risco de punição àqueles que não aderirem à tendência).

Como em uma profecia bíblica retirada do livro das Revelações, perde-se o principal direito do consumidor – o de consumir – e aqueles que não trazem a marca (ops!) a máscara da besta, estes podem ser livremente discriminados em seus afazeres comerciais, negado comida e atendimento, além de olhados com desprezo por aqueles que advogam o estabelecimento de uma utopia Huxleiana.

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Apocalipse 13:16-18

Em breve um número maior de estados brasileiros passa a aderir à moda autoritária, e para isso recebem a ajuda de start-ups especializadas em monitorar pessoas através de seus telefones. Junto disso, debates vitais a respeito de leis de proteção de dados e privacidade online são prorrogados no Senado e o cidadão brasileiro passa a não possuir qualquer garantia de que seus detalhes mais pessoais serão respeitados por entidades oportunistas; estas que se aliam furtivamente ao governo para combater o inimigo invisível: a praga, um dos cavaleiros do apocalipse.

Apesar da promessa de privacidade, aplicativos como o Monitora Covid-19 requisitam dados essenciais do cidadão (como CPF e cartão do SUS) – e com isso se dispõem-se a fornecer um “tratamento à distância” – enquanto hospitais reservam leitos para pacientes hipotéticos. Mesmo com o veto do presidente em tornar a abertura dos dados compulsória, é certo que dados genéricos (como a localização do usuário) estarão sendo compartilhados entre empresas de comunicação e governos durante a (dita) dura “quarentena” – algo que não surge como exclusividade do Brasil – já que inúmeros países (como Israel e Coreia do Sul) aplicaram tal tecnologia durante o decorrer da pandemia. Na Índia, outro caso de extremos, vincular o estado de saúde a um banco de dados visível ao governo e corporações, tornou-se agora um pre-requisito de cidadania obrigatório. (E em ambos os casos o app em questão é distribuído gratuitamente através da loja virtual da Apple e Google, com link fornecido através do website do governo federal).

People will come to love their oppression, to adore the technologies that undo their capacities to think.
(Aldous Huxley)

Além disso, contrariando recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que inicialmente implorou para que máscaras sejam utilizadas por profissionais de saúde (a fim de evitar escassez no serviço de saúde), o Brasil recebe investimento vultoso de bancos privados (como o Itaú, Bradesco e Santander), tendo como finalidade convencer a população incauta, através de uma campanha publicitária de larga escala, a usar máscaras de “proteção” e, com isso, sentirem-se heróicos paladinos da saúde pública. Tal ação visivelmente aumenta a divisão entre aqueles que optam, ou não, pelo uso da máscara – e logo se inscreve uma falsa dicotomia na ordem social no qual a liberdade de uns se esvai em prol de um “fascismo do bem” – que visa proteger a todos sem proteger ninguém – e, nesse contexto, nem Cristo salva (ou está salvo).

Cristo Travestido

Contudo, pouco há de científico neste apelo mascarado. Vejamos o que diz a Organização Mundial de Saúde sobre o uso deste aparato.

A recomendação oficial é para que pessoas lidando com doentes, ou com suspeita de doença, utilizem de máscaras médicas para evitar o contágio. Contudo, mesmo essas máscaras precisam ser substituídas após um período de 2 horas, e devem ser descartadas (algo que uma parcela grande da população parece ignorar). Máscaras artesanais, feitas de tecido, no entanto, podem causar mais oportunidades de contágio do que proteção. Dentre os riscos potenciais de máscaras não-médicas, a OMS numera:

There are potential risks and disadvantages that should be taken into account in any decision-making process on the use of masks:

  • Non-medical or cloth masks could increase potential for COVID-19 to infect a person if the mask is contaminated by dirty hands and touched often, or kept on other parts of the face or head and then placed back over the mouth and nose; (máscaras não-médicas ou de tecido podem AUMENTAR o potencial de infecção pelo COVID-19, caso a máscara esteja contaminada por mãos sujas ou é tocada repetidamente, ou repouse em outras partes da cabeça)
  • Depending on the type of mask used, could cause difficulty in breathing;
    (alguns tipos de máscara podem causar dificuldades em respirar)
  • They can lead to facial skin breakdown;
    (podem levar a lesões na pele do rosto)
  • They can lead to difficulty with communicating clearly 
    (dificultam a comunicação)
  • They can be uncomfortable to wear
    (podem ser desconfortáveis de vestir)
  • It is possible that mask use, with unclear benefits, could create a false sense of security in the wearer, leading to diminished practice of recognized beneficial preventive measures such as physical distancing and hand hygiene.
    (podem gerar uma sensação de falsa segurança, levando a diminuição de práticas reconhecidamente benéficas de higiene, como o distanciamento social e higiene das mãos).

Uma das máscaras mais utilizadas pelos brasileiros é a N95. Apesar de constar como “arma no combate ao virus”, o Food & Drug Administration (FDA) dos EUA, nos diz que tais máscaras NÃO DEVEM SER REAPROVEITADAS, e não são aconselhadas para pessoas com doenças respiratórias ou cardíacas (o que dizer então dos portadores de herpes labial…). Nos EUA, lotes inteiros destas máscaras foram rejeitados quando foi constatado que 60% delas não bloqueavam partículas microscópicas. Devido a intensa procura de máscaras N95 pelo público em geral, hospitais e centros de saúde revelam uma crescente escassez deste item essencial, e são obrigados a reutilizar máscaras que deveriam ter sido descartadas após o contato com doentes. A busca por salvação da turba amedrontada explica o caos do sistema de saúde. O mercado farmacêutico, sempre sedento por lucro, também responde com crueldade: o atual preço de cada máscara nas farmácias da capital da Paraíba, João Pessoa, é de aproximadamente 25 reais (preço que subiu mais rápido do que os casos de COVID-19, e não condiz com a realidade da maioria dos brasileiros – muitos agora desempregados e sem fonte de renda).

Quanto as máscaras artesanais – apesar do alarde sobre a potencialidade de proteger o usuário contra a transmissão de partículas, e os inúmeros modelos criativos que abundam nas farmácias e estabelecimentos comerciais – não há, na verdade, qualquer evidência científica de que é eficaz na proteção contra microorganismos patogênicos microscópicos, como virus Corona. O Ministério da Saúde chega a incluir pedaços de pano (tecido de algodão, tricoline, cotton, TNT, outros têxteis), considerados pelo órgão como matéria-prima adequada para a confecção do aparato – fato que claramente contraria as recomendações da OMS, e expõem a população ao risco de contaminação por outros doenças. Contudo, devido ao preço de mercado abusivo das máscaras cirúrgicas, aliado à pressa dos governantes em mostrarem-se competentes em ocultar nossas bocas (e vozes), esta parece ser a única opção viável para a maioria dos brasileiros, agora falidos e desesperados…

Resta-nos então vestir uma mordaça médica como símbolo de orgulho nacional e prova de nossa falsa-moral humanitária – enquanto trancamos velhos em suas casas e denunciamos vizinhos que buscam aliviar o stress da presente situação. Não seria chegada a hora de invejar o freio-de-burro? Ou

Pode funcionar como placebo, mas sem qualquer garantia de proteção.

Corona Virus – Update – Abril/2020

(Parte 1)

Com a chegada do mês de Abril assistimos a um novo desenvolvimento da chamada “pandemia global” – dessa vez afetando crucialmente os países menos desenvolvidos, dentre eles o Brasil.

Junto do alastramento da pandemia, todos os efeitos colaterais que afetam a sociedade sugerem um endurecimento do Estado Policial montado para lutar contra o inimigo invisível – também se fizeram presentes os relatos de pessoas diretamente afetados pelo novo virus e a crise do sistema de saúde, assim como a obsessão da mídia em registrar os novos casos e divulgar estatísticas – sem, contudo, prestar mais atenção ao que ocorre além da superfície (já que gráficos e números não contam toda história).

Neste campo de guerra encontramos hospitais que se recusam a atender pacientes e staff mal-preparado – enquanto isso governos fazem headlines ao permitirem a abertura de valas comuns para enterrar as vítimas suspeitas de terem contraído o vírus – e com isso aumentar o pânico, e retirar qualquer possibilidade de que os corpos sejam identificados e exumados no futuro. Dizer que muitos desses corpos são suspeitos de morte por COVID-19 não é um eufemismo – já que um número de pessoas sendo enterradas nesses cemitérios improvisados não apresentaram sintomas fatais e muitas chegam no hospital após sentirem algum desconforto (talvez causado por ansiedade), e não retornam à suas famílias após serem submetidas ao tratamento (este também alvo de críticas mundo afora).

Enquanto isso veículos de mídia independente, como o Swiss Propaganda Research, continuam a apresentar testemunhos de autoridades médicas e opinões críticas ao atual estado do sistema de saúde e as medidas de enfrentamento ao virus. Para compensar a precariedade dos dados e da infra-estrutura médica – no qual enfermeiros e médicos despreparados tem que lidar com a falta de equipamento e a histeria do público – políticos fazem o possível para ganhar o apoio popular em suas medidas autoritárias. Em ações provocadas por redes sociais (hashtags), a sociedade agora passa a se reunir nas portas de suas prisões domiciliares para aplaudir os médicos, enfermeiras e cuidadores que agora são vistos como combatentes em um fronte de guerra. Mas o que se esconde por detrás destes aplausos? Hospitais vazios e funcionários com tempo de sobra.

Foi também em Abril que assistimos ao terremoto político e financeiro que varreu o mundo como consequência do virus. Enquanto países como os EUA apresentam números crescentes de desemprego, grandes corporações digitais como a Amazon multiplicam o faturamento e criam mais postos de trabalho, enquanto serviços de delivery tornam-se parte essencial da vida. Além do boom dos negócios online, a mídia agora também explora a possibilidade que todos sejamos salvos pela boa-vontade do Sr. Bill Gates – o Nerd, sem nenhum background médico, que tornou-se sinônimo de Saúde Global com seu instituto filantrópico Bill & Melinda Gates Foundation. Líderes mundiais também passam a articular o futuro da política com duas preocupações em mente: encontrar um culpado pela calamidade e uma solução para a pandemia (a vacina milagrosa – que pode vir a encher os bolsos do todo-poderoso dono da Microsoft).

1 de abril

Médicos Italianos demonstram que casos de pneumonia aguda já haviam sido observados no mesmo período do ano anterior. Contudo, análises do material genético dos infectados mostra que o virus Covid-19 só veio a aparecer em Janeiro deste ano. Este dado vem para questionar se o virus é o único responsável pelo alto número de mortalidade dos meses anteriores (Novembro e Dezembro).

O Swiss Propaganda Research recebe o testemunho de um observador local (na Itália), ilustrando o quadro do serviço de saúde Italiano EM RELAÇÃO com a ausência de profissionais de saúde (muitos deles imigrantes do Leste Europeu). Leia:

Nas últimas semanas, a maioria das enfermeiras da Europa Oriental que trabalhavam 24 horas por dia, 7 dias por semana, ajudando pessoas necessitadas de cuidados na Itália, deixou o país às pressas. Isso não é menos importante, devido ao combate ao pânico e ao toque de recolher e ao fechamento de fronteiras ameaçados pelos “governos em estado de emergência”. Como resultado, os idosos que precisam de cuidados e as pessoas com deficiência, alguns sem parentes, foram deixados impotentes por seus cuidadores.

Muitas dessas pessoas abandonadas acabaram depois de alguns dias nos hospitais, que estavam permanentemente sobrecarregados por anos, porque estavam desidratados, entre outras coisas. Infelizmente, os hospitais não dispunham do pessoal que cuidava das crianças trancadas em seus apartamentos porque as escolas e creches haviam sido fechados. Isso levou ao colapso completo dos cuidados às pessoas com deficiência e aos idosos, especialmente nas áreas onde foram ordenadas medidas ainda mais difíceis e a condições caóticas.

A emergência de enfermagem, causada pelo pânico, levou temporariamente a muitas mortes entre aqueles que precisavam de cuidados e cada vez mais entre pacientes mais jovens nos hospitais. Essas fatalidades serviram para causar ainda mais pânico entre os responsáveis ​​e a mídia, que relataram, por exemplo, “outras 475 mortes”, “os mortos estão sendo removidos dos hospitais pelo exército”, acompanhados de fotos de caixões e caminhões do exército alinhados.

No entanto, este foi o resultado dos diretores de funerais – medo do „vírus assassino“, que, portanto, recusou seus serviços. Além disso, por um lado, houve muitas mortes de uma só vez e, por outro lado, o governo aprovou uma lei de que os cadáveres portadores do coronavírus tinham que ser cremados. Na Itália católica, poucas cremações haviam sido realizadas no passado. Portanto, havia apenas alguns pequenos crematórios, que rapidamente atingiram seus limites. Portanto, o falecido teve que ser estabelecido em diferentes igrejas.

Em princípio, esse desenvolvimento é o mesmo em todos os países. No entanto, a qualidade do sistema de saúde tem uma influência considerável sobre os efeitos. Assim, há menos problemas na Alemanha, Áustria ou Suíça do que na Itália, Espanha ou EUA. No entanto, como pode ser visto nos números oficiais, não há aumento significativo na taxa de mortalidade. Apenas uma pequena montanha que veio dessa tragédia.”

Situação hospitalar nos EUA, Alemanha e Suíça

A estação de televisão americana CBS foi capturada usando imagens de uma unidade de terapia intensiva italiana em um artigo sobre a situação atual em Nova York.

Ao contrário dos relatos da mídia, o registro das unidades de terapia intensiva alemãs também não mostra aumento de ocupação. Um funcionário de uma clínica de Munique explicou que eles estavam „esperando por semanas pela onda“, mas que „não houve aumento no número de pacientes“. Ele disse que as declarações dos políticos não correspondiam à sua própria experiência e que o „mito do vírus assassino“ não pôde ser „confirmado“.

Também nas clínicas suíças, nenhum aumento de ocupação foi observado até o momento. Um visitante do hospital cantonal de Lucerna relata que há „menos atividade do que em tempos normais“. Andares inteiros foram fechados para o Covid19, mas a equipe „ainda está esperando os pacientes“. Os hospitais de Berna, Basileia, Zug e Zurique também foram „limpos“. Mesmo em Ticino, as unidades de terapia intensiva não estão trabalhando em capacidade, mas os pacientes agora estão sendo transferidos para os departamentos suíço-alemães. Do ponto de vista puramente médico, isso faz pouco sentido.

Outras notas médicas

O diretor do University Medical Center Hamburg, Dr. Ansgar Lohse, exige um fim rápido dos toques de recolher e proibições de contato. Ele argumenta que mais pessoas devem estar infectadas com o corona. Creches e escolas devem ser reabertas o quanto antes para que as crianças e seus pais se tornem imunes à infecção pelo vírus corona. A continuação das medidas rígidas levaria a uma crise econômica, que também custaria vidas, disse o médico.

Na Espanha, 15% dos testes positivos são médicos e enfermeiros. Embora muitos deles não apresentem sintomas, eles precisam entrar em quarentena, causando o colapso do sistema de saúde espanhol.

O Dr. John Lee, professor emérito de patologia, está escrevendo sobre a definição e comunicação altamente enganosas de „mortes por corona“ no British Spectator.

Os dados mais recentes da Noruega, avaliados por um PhD em toxicologia ambiental, mostram novamente que a taxa de testes positivos não aumenta – como seria de esperar no caso de uma epidemia -, mas oscila na faixa normal de coronavírus entre 2 e 10 % A idade média do falecido com teste positivo é de 84 anos, as causas da morte não são divulgadas publicamente e não há excesso de mortalidade.

A Suécia, que até o momento administrou sem medidas radicais e não relatou aumento da mortalidade (semelhante a países asiáticos como Japão ou Coréia do Sul), é notavelmente pressionada pela mídia internacional a mudar sua estratégia.

Dados do estado de Nova York mostram que a taxa de hospitalização de indivíduos positivos para o teste pode ser mais de vinte vezes menor do que o inicialmente assumido.

Um artigo no portal especializado DocCheck trata do problema de ventilação de pacientes positivos para o teste. Em pacientes com teste positivo, a ventilação simples através de uma máscara é oficialmente desaconselhada, entre outras coisas, para impedir que o coronavírus se espalhe pelos aerossóis. Portanto, pacientes com terapia intensiva positiva em teste geralmente são intubados diretamente. No entanto, a intubação tem poucas chances de sucesso e muitas vezes leva a danos adicionais nos pulmões (os chamados danos pulmonares induzidos pelo ventilador). Quanto à medicação, surge a questão de saber se um tratamento mais gentil dos pacientes não seria clinicamente mais sensato.

Many who go on a ventilator die, and those who survive likely will face ongoing breathing problems caused by either the machine or the damage done by the virus.

https://www.webmd.com/lung/news/20200415/ventilators-helping-or-harming-covid-19-patients#1
Trabalhadores Indianos sendo “desinfectados”

Relatórios sobre desenvolvimentos políticos

Um ministro do estado alemão pediu à população que „esteja vigilante e denuncie violações das regras para conter a epidemia de corona à polícia“. “Anunciados com ansiedade” são, por exemplo, “formação proibida de grupos, crianças em playgrounds, festas” e caminhadas.

Especialistas alemães em direito constitucional estão alertando para „sérias violações de direitos fundamentais“. O especialista em direito constitucional Hans Michael Heinig adverte que o „estado constitucional democrático pode se transformar em um estado de higiene fascista-histérico em pouco tempo“. O professor Christoph Möllers, da Universidade Humboldt de Berlim, explica que a lei de proteção contra infecções „não pode servir de base para restrições tão abrangentes dos direitos dos cidadãos“. Segundo o ex-presidente do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha, Hans Jürgen Papier, „medidas de emergência não justificam a suspensão das liberdades civis em favor de um estado autoritário e de vigilância“.

Petições online foram lançadas em vários países para encerrar o toque de recolher e outras violações de direitos básicos. Ao mesmo tempo, contribuições críticas em vídeo, mesmo por médicos, estão sendo cada vez mais excluídas. Em Berlim, um evento registrado sobre direitos fundamentais, no qual a constituição alemã foi distribuída, foi encerrado pela polícia.

2 de abril de 2020

EUA

Um biofísico suíço observou o fato de que nos EUA (como no resto do mundo), não é o número de pessoas „infectadas“ que está aumentando exponencialmente, mas o número de testes. O número de pessoas positivas para o teste em relação ao número de testes permanece constante ou aumenta lentamente, o que parece falar contra uma epidemia viral exponencial.

Número de testes positivos e negativos (à esquerda) e porcentagem de testes positivos (à direita) (dados de Scholkmann, EUA)

Alemanha

De acordo com o último relatório sobre influenza do Instituto Robert Koch, o número de doenças respiratórias agudas „caiu acentuadamente em todo o país“. Os valores „caíram em todas as faixas etárias“.

Um artigo no DIE ZEIT discute a questão de pacientes em terapia intensiva na Alemanha:

“Atualmente, políticos, especialistas e muitos cidadãos observam com preocupação o número exponencialmente crescente de pessoas que são infectadas todos os dias. No entanto, esse não é o indicador decisivo para avaliar quão gravemente a crise da corona é e atingirá a Alemanha. Pois é distorcida, acima de tudo, pelo número de testes, que vêm aumentando há semanas.

Para medir a carga sobre o sistema de saúde, é particularmente importante o número de pessoas tão gravemente doentes que precisam de ventilação mecânica. Enquanto houver locais de ventilação suficientes para eles, muitos deles poderão ser salvos. Somente quando esses leitos se tornam escassos é que uma situação como a da Itália ameaça.

O registro DIVI agora mostra que a situação nas unidades de terapia intensiva alemãs foi relaxada até agora. „Ainda estamos em uma área confortável“, diz Grabenhenrich. O número de pacientes gravemente enfermos não está aumentando tão acentuadamente quanto o número de pacientes infectados e, mesmo assim, ainda seria possível fornecer um grande número de leitos de terapia intensiva com equipamentos muito bons.”

Suíça

O Escritório Federal Suíço de Saúde Pública relata que foram realizados até o momento cerca de 139.330 testes Covid19, dos quais o resultado foi positivo em 15% dos casos. Esse número também corresponde ao valor típico do vírus corona conhecido em outros países e, até onde pode ser visto, também não parece estar aumentando na Suíça.

Apenas o número de testes frequentemente mencionados na mídia está aumentando exponencialmente, mas não o número de „infectados“, doentes ou até mortos.

Outras informações

Os kits de teste de vírus destinados à Grã-Bretanha tiveram que ser recolhidos porque já continham componentes do vírus corona.

O estudo do British Imperial College, que previu centenas de milhares de mortes adicionais, mas nunca foi publicado em um jornal ou revisado, foi baseado em suposições amplamente irreais, como agora foi mostrado.

A BBC pergunta: “O coronavírus está causando as mortes?” E responde: “Pode ser a causa principal, um fator contributivo ou simplesmente presente quando eles estão morrendo de outra coisa.” Por exemplo, um homem de 18 anos de idade estava relatado como a “vítima mais jovem da corona” após um teste positivo no dia anterior à sua morte. No entanto, o hospital informou mais tarde que o jovem havia morrido de uma condição séria pré-existente.

A autoridade européia da saúde ECDC publicou diretrizes muito rígidas para o manuseio de cadáveres positivos para o teste ou „suspeitos positivos para o teste“. Em vista das taxas de mortalidade muito baixas até o momento, essas diretrizes parecem questionáveis ​​do ponto de vista médico; no entanto, eles aumentam significativamente a carga sobre os serviços de saúde e funeral e, ao mesmo tempo, têm um alto impacto na mídia.

Um veículo de mídia estatal alemão publicou um comentário crítico sobre a Carta aberta do professor Sucharit Bhakdi ao chanceler Merkel.

O documentário da ARTE „Profiteers of Fear„, de 2009, mostra como a OMS, principalmente financiada pelo setor privado, atualizou „uma leve onda de gripe (a chamada“ gripe suína „) para uma pandemia global, de modo que vacinas no valor de vários bilhões de dólares poderiam ser vendidas a governos em todo o mundo. Alguns dos protagonistas da época estão novamente representados de forma proeminente na situação atual.

Alguém se lembra da “Gripe Suina”?

Já em 2018, o Guardian escreveu que “A poluição e a gripe aumentam acentuadamente em doenças relacionadas aos pulmões”: a escassez de especialistas aumenta as preocupações de que o aumento das doenças respiratórias esteja pressionando os serviços de emergência.

O professor Martin Haditsch, especialista em microbiologia, virologia e epidemiologia de infecções, critica fortemente as medidas da Covid19. Estes são „completamente infundados“ e „pisariam no bom senso e nos princípios éticos“.

Até mesmo representantes de casas de repouso alemãs agora estão reclamando das medidas restritivas e cobertura inadequada da mídia da Covid19: “Mesmo antes do coronavírus nos meses de inverno, acontecia que muitos moradores morriam, em um tempo relativamente curto, sem que houvesse equipes de televisão em frente à porta,  mostrando pessoas em trajes de proteção se expondo heroicamente ao risco de infecção”

Números da cidade italiana de Treviso, no norte da Itália, mostram que, apesar das 108 mortes positivas no final de março, a mortalidade geral nos hospitais municipais permaneceu aproximadamente a mesma que nos anos anteriores. Essa é mais uma indicação de que o aumento temporário da mortalidade em alguns locais é mais provável que seja devido a fatores externos como pânico e colapso do que apenas ao coronavírus.

O professor John Oxford, da Queen Mary University London, um dos principais especialistas em virologia e influenza do mundo, chega à seguinte conclusão sobre o Covid19:

“Pessoalmente, eu diria que o melhor conselho é gastar menos tempo assistindo notícias na TV que são sensacionalistas e não muito Boa. Pessoalmente, vejo esse surto covarde como uma epidemia de gripe ruim no inverno. Nesse caso, tivemos 8000 mortes neste ano passado nos grupos „em risco“, com mais de 65% de pessoas com doenças cardíacas etc. Não creio que o atual Covid19 exceda esse número. Estamos sofrendo de uma epidemia da mídia! „

3 de Abril

EUA: Mais vídeos de jornalistas cidadãos mostram que em hospitais descritos pela mídia americana como „zonas de guerra“, na verdade ainda é muito silencioso. (Crítica)

Áustria: Na Áustria, também, “mortes por corona” são aparentemente definidas de maneira “muito liberal”, conforme a mídia informa: “Você também conta como morte por corona se estiver infectado pelo vírus, mas morrer de outra coisa? Sim, dizem Rudi Anschober e Bernhard Benka, membros da Força-Tarefa Corona no Ministério da Saúde. “Atualmente, existe uma regra clara: Morrer com o vírus corona ou morrer do vírus corona conta para as estatísticas.“ Nenhuma diferença é feita sobre o que o paciente realmente morreu. Em outras palavras, um homem de 90 anos que morre com uma fratura do colo do fêmur e fica infectado com corona nas horas anteriores à sua morte também é contado como morte por corona. Para citar apenas um exemplo. „

Alemanha: O Instituto Alemão Robert Koch desaconselha autópsias de pessoas mortas com teste positivo porque o risco de infecção por gotículas por aerossóis é supostamente alto demais. Em muitos casos, isso significa que a verdadeira causa da morte não pode mais ser determinada.

Um especialista em patologia comenta o seguinte: “Quem pode pensar mal disso! Até agora, é natural que os patologistas realizem autópsias com as devidas precauções de segurança, mesmo no caso de doenças infecciosas como HIV / AIDS, hepatite, tuberculose, doenças PRÍON etc. É notável que em uma doença que mata milhares de pacientes em todo o mundo e paralisa a economia de países inteiros, apenas poucos achados de autópsia estão disponíveis (seis pacientes da China). Do ponto de vista da polícia epidêmica e da comunidade científica, deve haver um nível particularmente alto de interesse público nas conclusões da autópsia. No entanto, o oposto é o caso. Você tem medo de descobrir as verdadeiras causas da morte do falecido testado positivamente? Será que o número de mortes por coroa desapareceria como a neve sob o sol da primavera?

É notável que com tantas fatalidades pelo mundo
Milhares de pacientes são jogados fora junto da economia de países
E poucos são submetidos a autopsias…

Itália: Especialistas russos notaram „mortes estranhas“ em casas de repouso na Lombardia: „Segundo relatos de jornais, vários casos foram registrados na cidade de Gromo, nos quais supostos infectados pelo vírus corona simplesmente dormiam e nunca mais acordavam. Nenhum sintoma real da doença havia sido observado no falecido até então. Como o diretor da casa de repouso mais tarde esclareceu em uma entrevista à RIA Novosti, não está claro se os falecidos foram realmente infectados com o coronavírus, porque ninguém na casa foi testado para isso.

Casos similares já foram relatados na Alemanha: pacientes sem sintomas de doença morrem repentinamente na atual situação excepcional e são considerados „mortes por corona“. Aqui, novamente, surge a séria questão: quem morre com o vírus e quem morre com as medidas às vezes extremas?

Equipe de enfermagem: O Süddeutsche Zeitung relata: “Em toda a Europa, a pandemia está pondo em risco o atendimento aos idosos em casa, porque a equipe de enfermagem não pode mais visitá-los – ou deixou o país inteiro com pressa para voltar para casa.”

Por fim: o professor de medicina de Stanford, Dr. Jay Bhattacharya, deu uma entrevista de meia hora na qual questiona a „sabedoria convencional“ sobre Covid19. As medidas existentes foram decididas com base em dados muito incertos e parcialmente questionáveis.

5 de abril de 2020

Em uma entrevista de 40 minutos, o professor de epidemiologia de renome internacional Knut Wittkowski, de Nova York, explica que as medidas tomadas no Covid19 são todas contraditórias. Em vez de “distanciamento social”, fechamento de escolas, bloqueio, máscaras bucais, testes de massa e vacinação, a vida deve continuar o mais tranquila possível e a imunidade deve ser construída na população o mais rápido possível. De acordo com todas as descobertas realizadas até o momento, o Covid-19 não é mais perigoso que as epidemias anteriores de influenza. O isolamento agora causaria apenas uma „segunda onda“ posteriormente.

O British Medical Journal (BMJ) relata que, de acordo com os dados mais recentes da China, 78% dos novos indivíduos positivos para o teste não apresentam sintomas. Um epidemiologista de Oxford disse que essas descobertas são „muito, muito importantes“. Ele acrescentou que, se os resultados forem representativos, „temos que perguntar: ‚Por que diabos estamos nos trancando?’“

O Dr. Andreas Sönnichsen, chefe do Departamento de Medicina Geral e Familiar da Universidade Médica de Viena e presidente da Rede de Medicina Baseada em Evidências, considera as medidas impostas até agora como „insanas„. Todo o estado está sendo paralisado apenas para „proteger os poucos que poderiam afetar“.

O governo sueco foi o primeiro que anunciou que vai distinguir oficialmente entre mortes „por“ e mortes „com“ o coronavírus, o que deve levar a uma redução nas mortes relatadas. Enquanto isso, por alguma razão, a pressão internacional sobre a Suécia para abandonar sua estratégia liberal está aumentando constantemente.

A autoridade de saúde de Hamburgo agora está examinando novamente pela medicina forense, as mortes positivas a fim de contar apenas mortes „reais“ por corona. Como resultado, o número de mortes já foi reduzido em até 50% em comparação com os números oficiais do Instituto Robert Koch.

Já em 2018, o German Doctors Journal relatou uma “multidão de casos de pneumonia” no norte da Itália, o que preocupou as autoridades. Na época, suspeita-se que a água potável contaminada seja uma das causas.

O Jornal Farmacêutico Alemão ressalta que, na situação atual, os pacientes frequentemente „ficam gravemente doentes, até morrem, sem desenvolver sintomas respiratórios de antemão“. Os neurologistas suspeitam, a esse respeito, que os vírus corona também possam danificar as células nervosas. Outra explicação, no entanto, seria que esses pacientes, que frequentemente precisam de cuidados, morrem devido ao estresse muito alto.

De acordo com os números mais recentes da Suíça, os sintomas mais comuns de pacientes com teste positivo em hospitais são febre, tosse e dificuldades respiratórias, enquanto 43% ou cerca de 900 pessoas têm pneumonia. Mesmo nesses casos, no entanto, não está claro a priori se foi causado pelo coronavírus ou por outros patógenos. A idade média do falecido positivo no teste é de 83 anos, o intervalo chega a 101 anos.

O projeto britânico “In Proportion” rastreia a mortalidade – com – Covid19 em comparação com a mortalidade por influenza e mortalidade por todas as causas, que na Grã-Bretanha ainda está na faixa normal ou abaixo e atualmente está diminuindo.

No estado americano de Indiana, as chamadas para a linha direta de saúde mental e suicídio aumentaram mais de 2000%, de 1.000 para 25.000 ligações por dia, devido ao bloqueio e ao seu impacto econômico.

O portal médico especialista Rxisk ressalta que vários medicamentos podem aumentar o risco de infecção por vírus corona em até 200% em alguns casos.

Notas adicionais

O jornalista britânico Peter Hitchens descreveu no artigo intitulado „Adoramos o Big Brother“ como até mesmo as pessoas críticas antes eram „infectadas pelo medo“, apesar da falta de uso de medicamentos. Em entrevista, ele explica que a crítica é „um dever moral„, pois os direitos fundamentais estão ameaçados.


Even people I previously respected as reasonably independent minds have fallen for it. They think (though there is only highly debatable evidence for this claim) that by hiding in their homes they will save others from a cruel plague. 

We Love Big Brother

O historiador alemão René Schlott escreve sobre o „Encontro com o estado policial„: “Comprar um livro, sentado em um banco de parque, encontrar-se com amigos – que agora é proibido, é controlado e denunciado. As salvaguardas democráticas parecem explodidas. Onde e como isso termina?”.

 Vários escritórios de advocacia alemães estão preparando ações judiciais contra medidas e regulamentos que foram emitidos. Um especialista em direito médico escreve em um comunicado de imprensa: “Como medidas pelos governos federais e estaduais são flagrantemente inconstitucionais e violam uma infinidade de direitos básicos dos direitos autorais dos direitos humanos na Alemanha em uma extensão sem precedentes. Isso aplica todos os regulamentos do corona dos 16 estados federados. Em particular, essas medidas não são justificadas pela Lei de Proteção contra Infecções, que foi revisada em pouco tempo, apenas alguns dias atrás. () Como os dados e estatísticas disponíveis mostram que a infecção por corona é inofensiva em mais de 95% da população e, portanto, não representa um perigo grave para o público em geral“.

7 de abril de 2020

Os números mais recentes de um relatório especial do alemão Robert Koch Institute mostram que a chamada taxa positiva (ou seja, o número de positivos por número de testes) está aumentando muito mais lentamente do que as curvas exponenciais mostradas pela mídia e estava apenas em torno de 10% no final de março, um valor bastante típico para os vírus corona.

O professor Klaus Püschel, chefe de medicina forense em Hamburgo, explica sobre o Covid19: “Esse vírus influencia nossas vidas de maneira completamente excessiva. Isso é desproporcional ao perigo representado pelo vírus. E o dano econômico astronômico que está sendo causado agora não é proporcional ao perigo representado pelo vírus. Estou convencido de que a taxa de mortalidade por Corona nem aparecerá como um pico na mortalidade anual. “Em Hamburgo, por exemplo, “ nenhuma pessoa que não estava anteriormente doente ”morreu do vírus:“ Todos aqueles que examinamos até o momento, o câncer, uma doença pulmonar crônica, era fumante excessivo ou obeso grave, sofria de diabetes ou apresentava doença cardiovascular. O vírus foi a última gota que quebrou as costas do camelo, por assim dizer. „O Covid-19 é uma doença fatal apenas em casos excepcionais, mas na maioria dos casos é uma infecção viral predominantemente inofensiva“.

Além disso, o Dr. Püschel explica: “Em alguns casos, também descobrimos que a atual infecção por corona não tem nada a ver com o resultado fatal, porque outras causas de morte estão presentes, por exemplo, hemorragia cerebral ou ataque cardíaco. O corona por si só é uma „doença viral não particularmente perigosa“, diz o cientista forense. Ele pede estatísticas com base em resultados de exames concretos. “Todas as especulações sobre mortes individuais que não foram examinadas habilmente apenas alimentam a ansiedade.” Ao contrário das diretrizes do Instituto Robert Koch, Hamburgo começou recentemente a diferenciar entre mortes “com“ e “pelo“ coronavírus, o que levou a uma diminuição nas mortes por Covid19.

“Corona ist kein Killer Virus!”

O virologista alemão Hendrik Streeck está atualmente conduzindo um estudo piloto para determinar as rotas de distribuição e transmissão do patógeno Covid19. Em uma entrevista, ele explica: “Examinei mais de perto os casos de 31 das 40 pessoas que morreram no distrito de Heinsberg – e não fiquei muito surpreso que essas pessoas tenham morrido. Um dos falecidos tinha mais de 100 anos, portanto, mesmo um resfriado comum poderia levar à morte. “Ao contrário das suposições originais, Streeck não conseguiu provar a transmissão por maçanetas de portas e similares (ou seja, as chamadas infecções por contato de superfícies).

Os primeiros hospitais suíços precisam anunciar trabalhos de curta duração devido à utilização da capacidade muito baixa: “A equipe de todos os departamentos tem muito pouco a fazer e reduziu as horas extras em um primeiro passo. Agora, o trabalho de curta duração também está sendo registrado. As consequências financeiras são severas. “Como um lembrete, um estudo realizado pela ETH Zurich, com base em suposições pouco realistas, previu os primeiros gargalos nas clínicas suíças em 2 de abril. Até agora, isso não aconteceu em nenhum lugar.

Na Suíça, houve uma onda acentuada de influenza no início de 2017. Naquela época, havia quase 1500 mortes adicionais na população de mais de 65 anos nas primeiras seis semanas do ano. Normalmente, cerca de 1300 pessoas morrem na Suíça todos os anos como resultado de pneumonia, 95% das quais têm mais de 65 anos. Em comparação, atualmente são relatados na Suíça 762 mortes com (não causadas por) Covid19.

O diretor-gerente de um laboratório ambiental alemão suspeita que os habitantes da região italiana da Lombardia sejam particularmente suscetíveis a infecções virais, como Covid19, devido a uma contaminação notoriamente alta por legionella: “Se os pulmões estão enfraquecidos por uma infecção viral, como na situação atual, as bactérias têm um trabalho fácil, podem influenciar negativamente o curso da doença e causar complicações. “Na Lombardia, surtos de pneumonia regional já haviam ocorrido no passado devido a sistemas de resfriamento por evaporação contaminados com legionella.

Com base nas informações da China, foram definidos protocolos médicos em todo o mundo que fornecem rapidamente respiração artificial invasiva por intubação para pacientes em terapia intensiva positivos em testes. Por um lado, os protocolos assumem que uma ventilação não invasiva mais suave através de uma máscara é muito fraca; por outro lado, existe o medo de que o „vírus perigoso“ possa se espalhar pelos aerossóis. No entanto, em março, os médicos alemães apontaram que a intubação pode levar a danos adicionais nos pulmões e tem uma chance geral baixa de sucesso. Enquanto isso, médicos dos EUA também se apresentaram que descrevem a intubação como „mais mal do que bem“ para os pacientes. Os pacientes geralmente não sofrem de insuficiência pulmonar aguda, mas de um tipo de doença da altitude, que é agravada pela respiração artificial com aumento da pressão. Em fevereiro, médicos sul-coreanos relataram que pacientes críticos do Covid19 respondem bem à oxigenoterapia sem um ventilador. Os médicos nos EUA mencionado acima adverte que o uso de ventiladores deve ser urgentemente reconsiderado para não causar danos adicionais.

Até agora, as projeções oficiais do Covid19 nos EUA superestimaram as internações por um fator de 8, os leitos de UTIs necessários por um fator de 6,4 e os ventiladores necessários por um fator de 40,5.

O renomado estatístico norte-americano Nate Silver explica por que “a contagem de casos de coronavírus não faz sentido”, a menos que você saiba mais sobre o número e a forma de teste.

Notas adicionais

O site do Dr. Wolfgang Wodarg, um dos críticos mais antigos e internacionalmente conhecidos do pânico do Covid19, foi excluído por algumas horas hoje pelo provedor alemão Jimdo e voltou a ficar on-line novamente após fortes protestos. Não se sabe se a exclusão temporária ocorreu devido a queixas gerais ou instruções políticas.

O endereço de e-mail da universidade do professor emérito Dr. Sucharit Bhakdi, que escreveu uma Carta Aberta à Chanceler Angela Merkel, foi desativado anteriormente, mas também foi reativado após protestos.

Em 2 de abril, o Parlamento dinamarquês adotou uma nova lei que proíbe a publicação de informações no Covid-19 que não esteja em conformidade com as diretrizes do governo e permite a exclusão de sites e a punição ou prisão de autores. Alguns comentaristas se retiraram imediatamente como resultado.

O jornalista alemão de ciência e medicina Harald Wiesendanger escreve em um artigo que sua profissão está completamente falida na crise atual:

„Como uma profissão que deveria controlar os poderosos como um Quarto Estado independente, crítico e imparcial pode sucumbir tão rapidamente quanto um raio. A mesma histeria coletiva de sua audiência, quase por unanimidade, e se entrega a relatórios judiciais, propaganda do governo e deificação de especialistas: É incompreensível para mim, me dá nojo, já tive o suficiente, me dissocio desse desempenho indigno com vergonha completa.

Atualmente, cerca de um terço da humanidade está em „quarentena„, que é mais pessoas do que viveu durante a Segunda Guerra Mundial.

Nos EUA, os pedidos de subsídio de desemprego dispararam para mais de seis milhões(ver gráfico), um número sem paralelo desde a Grande Depressão de 1929.

Mais de cem organizações de direitos humanos e liberdades civis alertam que o mundo está atualmente sonâmbulo em um estado de vigilância.

No Twitter, a hashtag # covid19 foi parcialmente substituída pela hashtag # covid1984.

O geoestrategista norte-americano Henry Kissinger escreve no the Wall Street Journal: „A pandemia de coronavírus alterará para sempre a ordem mundial.“ Os EUA devem „proteger“ seus cidadãos de doenças enquanto iniciam „o trabalho urgente de planejar uma nova época“.

FIM DA PARTE 1

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Corona Virus

A ‘infodemia’ da ignorância e medo

Apresento aqui uma compilação de fatos, estatísticas e contra-argumentos a respeito da atual crise (dita pandemia), originalmente publicados pelo website Swiss Propaganda Research – um esforço colaborativo de acadêmicos e investigadores que visa expor e analisar táticas de propaganda geopolítica – sem fins lucrativos e isento de incentivos privados ou governamentais.

A intenção de publicar estes links não viola quaisquer imperativo democrático e segue o princípio de que ainda existe liberdade de informação no Brasil. Todos os links são previamente lidos, traduzidos e testados, e as fontes são cuidadosamente checadas. Este website é um trabalho independente, não-renumerado e seu conteúdo pode ser distribuído livremente (desde que citada a origem).

Apanhado Geral

Do período de 14 de março até hoje (10-04), o Swiss Propaganda Research apresentou um número considerável de artigos e documentos relacionados não somente às respostas oficiais ao virus, assim como o testemunhos de vozes daqueles que não obtiveram acesso aos microfones da mídia durante a crise – seja para propor soluções ou criticar a forma com que governos e entidades lidam com dados científicos para estabelecer políticas públicas.

Atualmente, além da criação de leis que penalizam discussões sobre o assunto, em especial quando estas não passam pelo crivo oficial do governo, é possível contemplar a célere reestruturação da ordem global – no qual, para muitos, a palavra Liberdade parece ter sido completamente nulificada de sentido e valor. Assistimos a normalização de um quadro supostamente temporário, mas que vai extender-se por meses, e pode mesmo perdurar por anos. Analistas apontam para sinais emergentes de um autoritarismo high-tech sem precedentes, sendo apresentados como única solução viável para a crise – prisão domiciliar e a vigilância em larga escala são alguns exemplos de medidas sendo impostas. Muitas decisões estão sendo tomadas sem o aval científico ou democrático, e por vezes ferem liberdades individuais e direitos civis.

Contudo, vozes dissidentes existem – e, em muitos casos são completamente ignoradas com efeito – já que governos e corporações mobilizam um número de especialistas e opiniões (pagas) com o intuito de ridicularizar ou ameaçar qualquer um que busque lucidez e clareza no debate. Enquanto isso a sociedade como um todo caminha para um quadro de recessão que pode durar anos, ou mesmo décadas (se levarmos em consideração de que todas essas medidas anunciam um endividamento ímpar, sem qualquer planejamento estratégico onde a população é ouvida).

A cura, afinal, tornou-se mais letal do que a doença – e vemos como estimula uma parcela grande da população a comportar-se irracionalmente, aterrorizados, levados a abraçar medidas autoritárias como salvação para deter um inimigo hipotético, ainda não bem delimitado. Já vimos isso antes – com o estabelecimento de ofensivas ao terrorismo (uma Guerra contra o Terror), quando foi conclamado o imperativo maior desta guerra invisível, que é o medo irracional – e não a ameaça em si. Desde então aceitamos viver em uma sociedade de vigilância absoluta, e nunca tão sucessível aos efeitos da propaganda em larga escala (através da amplificação da mídia social). Os efeitos deste medo irracional podem ser sentidos em todos os segmentos da sociedade, e ditam comportamentos para o bem e para o mal.

Paralelo a isso, a máquina incessante das fake-news inundam uma audiência já enfurecida pelas decisões políticas de seus governantes eleitos e, como de praxe, logo passam a buscar um bode-expiatório: e dessa vez a “China-Comunista” parece ser o alvo predileto – apesar de ser o modelo de capitalismo mais bem sucedido da atualidade, este binômio fictício já foi incorporado no imaginário coletivo brasileiro com mórbida conotação (pois esta representação do Chinês segue os ditames do velho Macarthismo norte-americano – atualmente revivido nas sinapses neurais através do consumo compulsivo de conteúdo gerado por redes sociais, muito populares no Brasil, embora todas made in USA).

Esse é, afinal, também um infovírus.

Um apelo aos leitores:

Ao compilar e revelar informação de fontes secundárias, o autor-tradutor deste blog pede ao seus leitores(as) para que exercitem o senso crítico e tirem suas próprias conclusões – e se declara isento de qualquer responsabilidade por quaisquer que sejam.

A única forma de lutar contra a peste é a honestidade

Alberto Camus – A Peste (1947)

by Michael Kountouris

Corona Virus – Update – Março/2020


14 de Março

De acordo com dados do Instituto de Saúde Italiano, a idade média das vítimas que vieram a falecer pelo vírus é de 80 anos de idade – 10% dos falecidos está acima dos 90 anos, enquanto 90% acima dos 70 anos.

80% dos mortos já sofriam com uma ou duas doenças crônicas. 50% já apresentavam três doenças crônicas. Dentre as doenças estão incluídas diabetes, problemas respiratórios e cardiovasculares, além do câncer.

Apenas 1% dos casos fatais foram de pessoas saudáveis. E apenas 30% eram mulheres.

O instituto também não faz distinção dentre aqueles que morreram do virus daqueles que morreram com o virus. Distinção essa que tornou-se cada vez mais nebulosa com o passar do tempo, em especial com a disseminação dos números.

O mesmo documento aponta que a superlotação de hospitais, que em parte sofreu aumento do número de casos de pessoas admitidas para averiguar suspeita do virus.

Tais dados foram atualizados em Abril-2020.

Poluição no Norte da Itália – Fevereiro-2020

Outros fatos que apontam para a alta taxa de mortalidade: a população de idosos é particularmente alta no norte da Itália, assim como os índices de poluição. Casos de doenças respiratórias que levam ao óbito não são incomuns, em especial nesta época do ano (quando ocorre o inverno europeu).

Estudos também apontaram para o número de casos onde os testes para COVID-19 revelam valores falso-positivos em pacientes – neste caso, a pessoa que vier a falecer pode ter o óbito relacionado com qualquer outra virose (gripe sazonal, como Influenza).

Tendo estes fatores em mente, a única forma de medir a letalidade do vírus não pode levar em consideração nem o número de casos reportados (os considerados como infectados) ou mesmo o número de óbitos (no qual o vírus foi encontrado – mas que pode ser relacionados com múltiplos fatores). É sim através do excedente de morte por pneumonia que foi possível avaliar o grau de letalidade do vírus no início da crise. Até a ocasião, os números não apontavam para uma letalidade particular do virus – de acordo com o monitoramento de mortes excedentes.

A análise dos dados até então demonstrou que indivíduos saudáveis e crianças iriam ser expostos ao vírus e sobreviver, enquanto velhos e grupos vulneráveis teriam que ter cuidado redobrado, com a adoção de medidas preventivas usuais, além de que os serviços médicos estariam preparados para atendê-los.

Medical literature

(1) Patrick et al., An Outbreak of Human Coronavirus OC43 Infection and Serological Cross-reactivity with SARS Coronavirus, CJIDMM, 2006.

(2) Grasselli et al., Critical Care Utilization for the COVID-19 Outbreak in Lombardy, JAMA, March 2020.

(3) WHO, Report of the WHO-China Joint Mission on Coronavirus Disease 2019, February 2020.

17 de março

“Una formidabile fonte di contagio”
O imunologista italiano professor Sergio Romagnani da Universidade de Florença chega a conclusão que, dentre 3.000 pessoas testadas positivas para o vírus, entre 50-75% não apresentam qualquer sintoma.

O volume de ocupação em hospitais italianos nesta época do ano atinge a casa dos 90%. Isso sugere que muitos pacientes readmitidos já poderiam estar retornando com o vírus – aumentando as chance de contágio entre pessoas vulneráveis dentro do ambiente hospitalar. A infecção hospitalar foi um dos elementos menosprezados na narrativa da mídia – e da OMS (Organização Mundial de Saúde), que logo nos primeiros momentos cobrou para que mais testes fossem feitos, (muitos deles, obviamente, em centros de saúde), e mesmo tenho conhecimento de que nem todos resultados seriam confiáveis.

Um médico espanhol da cidade de Málaga escreve em seu Twitter (agora deletado) – “é mais provável que as pessoas venham a morrer de pânico por causa de uma gripe qualquer do que pelo próprio COVID-19” – tal era o medo dos pacientes que atendia. O hospital em questão havia sido inundado por pessoas aterrorizadas por sintomas de gripe, o que certamente aumentou o número de contágios (por COVID-19) de pacientes que já se encontravam no hospital.

O vírus segue padrões distintos de outras gripes – exceto pelo exacerbado pânico – e traz consigo uma taxa de mortalidade relativamente alta para idosos de ambos os sexos. Contudo, a mortalidade em outras faixas etárias é maior em homens, embora quase inócuo para crianças.

Uma das vítimas espanholas mais jovens até então – um atleta espanhol de 21 anos – sofria de leucemia (fato que foi inicialmente ignorado pela mídia).

18 de março

Um estudo chinês conclui que a taxa de mortalidade em Wuhan, epicentro da epidemia, em pouco difere da gripe comum (que mata aproximadamente %1 dos infectados). Isso sugere que outros fatores estariam influenciando a fatalidade dos casos na Itália.

Também na China, cientistas apontam uma das causas para a maior mortalidade em certas regiões – a poluição – e desde o final de 2019 protestos tomaram conta das ruas de Wuhan por conta deste mesmo problema.

Uma das fabricantes de testes para o COVID-19 aponta para a natureza experimental do teste – que pode detectar outros virus gripais – e não recomenda o procedimento como forma de estabelecer um diagnóstico preciso:

Intended Use – This product is intended for the detection of 2019-Novel Coronavirus (2019-nCoV). The detection result of this product is only for clinical reference, and it should not be used as the only evidence for clinical diagnosis and treatment.

19 de março

O mito do serviço de saúde italiano – um dos melhores do mundo, de acordo com muitos veículos de mídia que vemos por aí. É possível encontrar relatos que contradizem isso – já há alguns anos os jornais locais têm noticiado um número anormal de pacientes em hospitais super-lotados, onde o staff encontra-se mal-renumerado e estruturalmente mal-preparados para atender mesmo casos de surto de gripe sazonal – o que dizer de uma epidemia em maior escala.

The rising drug prices, limited adoption of cheaper generics and a rapidly aging population are among the factors that led to 18 of 20 Italian regions spending more than budgeted on health care in the first six months of this year. In 2013, 15 regions were in the red.

Italy’s struggles to keep its population healthy with new treatments and care while balancing its books embody the challenges facing much of the rest of Europe.

But the country’s broader financial crisis has hit the health sector in some ways more than its peers: While health spending in rich countries recovered after the financial crisis, it has contracted in Italy for several years, according to the Organisation for Economic Cooperation and Development.

Em um artigo o virologista alemão da Universidade de Bonn, Dr. Hendrik Streeck, prevê que o número de mortes pelo Corona Virus na Alemanha não deve exceder o número de mortes por Influenza – que já mata 2.500 pessoas por dia naquele país durante esta época do ano. O artigo menciona o caso de um pensionista que morreu de falência cardíaca, mas entrou na estatística como vítima do Corona (por ter sido encontrado o virus em seu organismo em exame médico).

De acordo com o professor da Universidade de Stanford (EUA), John Ioannidis – é improvável que este virus vá matar mais pessoas do que uma gripe sazonal. Em um artigo entitulado “Produzindo um fiasco?”, ele aponta para decisões sendo tomadas sem uma apreciação efetiva dos dados apresentados – implicando em uma terrível incompetência dos envolvidos em políticas de saúde pública.

This evidence fiasco creates tremendous uncertainty about the risk of dying from Covid-19. Reported case fatality rates, like the official 3.4% rate from the World Health Organization, cause horror — and are meaningless. Patients who have been tested for SARS-CoV-2 are disproportionately those with severe symptoms and bad outcomes. As most health systems have limited testing capacity, selection bias may even worsen in the near future.

O mesmo professor concedeu uma entrevista de 1 hora, expressando sua preocupação a respeito da coleta e uso dos dados disponíveis sobre o vírus.

“Se a economia quebrar (…) veremos o surgimento de mais doenças”

Em um novo relatório do Instituto de Saúde Italiano as estatísticas se confirmam – somente 5 óbitos aparecem fora da idade estimada para os chamados grupos de risco – em todo caso, todas as vítimas jovens já sofriam complicações médicas sérias. O mesmo relatório chama as vítimas fatais reportadas no relatório, de falecimentos Covid19-positivos. (Isso chega a implicar que podem ter morrido COM o virus, e não mortas PELO virus).

Através de um estudo de 2006, citado pelo professor Ioannides, já naquela época era de conhecimento dos cientistas a alta taxa de mortalidade do Corona Virus entre populações idosas – mais particularmente em asilos. Esta tendência pode ser aplicada a atual pandemia. O mesmo estudo também aponta para o risco de resultados falso-positivo em testes para certificar a presença do virus.

The present investigation underscores the fact that laboratory testing is but one way to form inferences on the etiology of outbreaks, and cannot replace scrupulous clinical and epidemiological observation. When these different approaches lead to inconsistent observations, it is important to remain open to all possible explanations.

21 de março

O Jornal Japan Times pergunta: Japão aguarda uma explosão de Coronavirus. Aonde ele está?
Apesar de ter revelado um dos primeiros casos Covid-19 positivo, o Japão até esta data não havia imposto quaisquer restrições ao movimento de pessoas; e nos hospitais e nas ruas tudo parece como antes.

Despite the infectiousness of the virus, a March 9 report by a government-appointed panel said that about 80 percent of the cases identified in Japan didn’t pass on the infection. But there’s little consensus over why and skepticism over whether the same government that was issued a rare rebuke by U.S. health authorities for letting the Diamond Princess outbreak get out of hand is getting it right on coronavirus.

Na Itália cientistas novamente apontam para a poluição como possível razão para a alta mortalidade em doenças respiratórias – tanto no Norte da Itália quanto na província de Wuhan, onde os índices de poluição são considerados limítrofes, e suficientes para adoecer e matar pessoas mais vulneráveis.

Em reposta ao alarmismo que começava a despontar na Europa, o professor Sucharit Bhakdi – um renomado expert no campo da microbiologia – utiliza de palavras pesadas para descrever o pânico gerado ao redor da doença. Ele diz que culpar o virus pelas mortes é errado, e ignorar fatores como a poluição, é perigosamente alienante. Ele aponta que medidas drásticas — como o isolamento social e a prisão domiciliar como grotescas, inúteis e auto-destrutivas, enquanto alerta para um possível aumento de mortalidade entre idosos devido estas mesmas medidas.

“Infecção não é sinônimo de doença”

O Norte da Itália é a China da Europa
O pulmão dos habitantes daquela região já vêm sido prejudicados cronicamente por décadas…
Por esse motivo, não podemos comparar a situação de lá com outros lugares.
Sim, é uma tragédia incrível…
Por que a maior parte das medidas adotadas (contra o virus) na realidade não fazem sentido algum…

Embora a Espanha, naquela ocasião, apontasse a morte de 3 indivíduos abaixo dos 65 anos, nenhum dado permitiu descobrir se haviam outras complicações de saúde envolvidas.

No dia 20 de março a Itália apresentou um número de fatalidades recorde – 627 em todo país. Mesmo com todas fatalidades, esta contagem é inferior ao número de mortes (em geral) – que gira em torno de 1.200 vítimas por dia.

Na Lombardia um dado estatístico chama atenção: a maioria esmagadora (90%) de óbitos entre pessoas infectadas com o Corona Virus ocorre fora dos hospitais – ou seja, pessoas morrem em suas casas ou residências temporárias (asilos, internatos, etc). Apenas 260 das 2168 pessoas positivas para o teste morreram em UTIs.

Na ocasião o jornal Bloomberg citou outra estatística italiana: 99% das mortes por Corona Virus apresentaram outras condições de risco para a saúde do indivíduo.

22 de março

Um modelo científico do Colégio Imperial de Londres estima que entre 250.000 a 500.000 pessoas podem perder suas vidas por causa da presença do virus nas ilhas britânicas. Mais tarde os especialistas trouxeram um emenda que estipula que o número apresentado não adiciona aos óbitos anuais, mas é sim redundante com o número de mortes esperadas – em outras palavras – a estimativa de morte pelo virus continua baixa. Na ocasião o gabinete do Primeiro Ministro Boris Johnson contemplava a estratégia de imunidade de bando (herd immunity, no qual a doença desapareceria a medida que mais pessoas fossem infectadas e criassem resistencia). Não durou muito para que Primeiro Ministro fosse obrigado a mudar de discurso – tanto pela pressão midiática, (que denunciou descaso aos vulneráveis), quanto dos próprios cientistas atuando junto do governo.

Dr. David Katz, diretor do Centro de Pesquisas Preventivas da Universidade de Yalle, publica o artigo no New York Times: “Nossa luta contra o virus pode ser pior do que a doença em si?“. Neste artigo, ele aponta que a imunidade contra qualquer virus gripal só é possível quando a parcela saudável da população é infectada, e derrota a virus com as próprias defesas do corpo. No mesmo artigo ele defende uma política pública no qual os vulneráveis seriam protegidos, enquanto os resistentes seriam expostos ao vírus.

Importantly, that robust immune response also prevents transmission. If a germ can’t secure its hold on your body, your body no longer serves as a vector to send it forward to the next potential host. This is true even if that next person is not yet immune. When enough of us represent such “dead ends” for viral transmission, spread through the population is blunted, and eventually terminated. This is called herd immunity.

O professor italiano Walter Ricciardi revela que – “somente 12% dos certificados de óbito demonstraram uma ligação direta com Corona Virus” – e alega que a maior parte dos óbitos em hospital levam em consideração a presença do virus no organismo, mas não conseguem provar que os óbitos foram devidos ao virus, e não outras condições já existente no paciente.

“On re-evaluation by the National Institute of Health, only 12 per cent of death certificates have shown a direct causality from coronavirus, while 88 per cent of patients who have died have at least one pre-morbidity – many had two or three,” he says. 

O governo Suiço aponta 56 fatalidades – em sua maioria idosos – embora o mesmo não revele quantos deles já estariam em condições debilitates. Médicos questionam se a situação é mesmo uma calamidade – como insiste o governo. Hospitais denunciam a precariedade dos serviços de urgência para lidar com o vírus (embora a denúncia venha de ESTIMATIVAS – ou seja, baseado na possibilidade de que venham a precisar do serviço de urgência).

Mundo afora já se publicam denúncia sobre a falta de serviços médicos em hospitais. O motivo? Médicos e enfermeiras que foram testados Cov-19 positivo são obrigados a distanciar-se de suas tarefas rotineiras como parte das medidas de quarentena – mesmo que não apresentem qualquer sintoma. (Visto que muitos testes apontam falsos-positivos, é saudável questionar se a quarentena médica possa ter sido injustificada).

Ainda sobre a situação na Itália:

A maioria dos veículos de mídia publica que o número de mortes diário por Corona Virus é de 800 pessoas. Tal número é apresentado como falso, e oficiais do governo demonstram a preocupação em diferenciar mortes PELO VIRUS das COM O VIRUS.

Contudo, neste ponto é importante dizer que – a taxa de mortalidade foi MAIS ALTA nas regiões em que medidas de quarentenas (Lockdown) foram impostas com mais rigor. Na região da Lombardia, ao menos 90% das mortes no qual o virus foi encontrado ocorreram dentro de casa ou asilos, não em unidades de tratamento intensivo. E 99% dos óbitos podem ter decorrido em consonância com outros motivos – já que nestes casos poderiam haver condições debilitantes em jogo.

Dúvidas começam a surgir quanto ao risco de vida que medidas de isolamento social e quarentena domiciliar podem causar em idosos – isolamento também mata.

23 de março

Ex-ministro da saúde de Israel diz que virus não passa de uma gripe, e mais pessoas vão morrer por causa do isolamento forçado e do que pela doença em si.

Pietro Vernazza, um infectologista da Suiça, declara que as medidas de quarentena doméstica não possuem qualquer respaldo científico e devem ser revertidas. De acordo com ele, a maioria da população não vai fazer testes para o vírus, pois o mesmo pode passar completamente desapercebido (assintomático). Ele recomenda a proteção imediata para grupos de risco, enquanto a sociedade continue funcionando normalmente.

O presidente da Federação Mundial de Doutores Médicos, Frank Ulrich Montgomery, critica as medidas de quarentena na Itália, e chama-as de contra-produtivas.

Em novo estudo francês, lê-se: Mortalidade do SARS-Cov-2 não é diferente da de outras virus gripais.

The problem of SARS-CoV-2 is probably overestimated, as 2.6 million people die of respiratory infections each year compared with less than 4000 deaths for SARS-CoV-2 at the time of writing.

SARS-CoV-2: fear versus data

Em um documento da Organização Mundial de Saúde chegam a conclusão de que a taxa de infecção no mundo está diminuindo, e não aumentando.

Sobre a mortalidade de médicos. Vários veículos de mídia aplaudem médicos mortos “no campo de batalha”, enquanto ignorando o fato de que muitos destes médicos eram aposentados, incluíndo um médico de 90 anos, e podem ter morrido de causas naturais. Tais dados foram apresentados aqui.

Um estudo da Islândia aponta que 50% das pessoas diagnosticada com o virus são assintomáticas, enquanto os outros 50% mostram sinais de uma gripe normal. Uma das mortes, aponta como causadas pelo Covid-19 na Islândia foi de um turista (“apresentando sintomas incomuns”).

O jornalista britânico Peter Hitchens publica um artigo avassalador no Daily Mail. Ele diz: “Nem mesmo George Orwell (autor da utopia totalitária ‘1984’) pôde prever isso”. Ele também critica as medidas do governo britânico de isolamento social, e chama-as de prisão domiciliar.

“There’s Powerful Evidence This Great Panic is Foolish. Yet our freedom is still broken and our economy crippled”

As I watched the Prime Minister order mass house arrest on Monday night, I felt revulsion, anger and grief – as anyone brought up when this was a free and well-governed country would.

Imagem de drones da polícia britânica “caçando” aqueles que buscam ar fresco nas montanhas

O serviço social italiano aponta para casos de desordem civil, noticiando um certo número de pessoas que começam a arrombar estabelecimentos comerciais (para roubar comida).

Na Alemanha, o professor Sucharit Bhakdi escreve uma carta-aberta para a chanceler Angela Merkel – questionando as medidas de prevenção e a forma com que dados vêm sido utilizados.

24 de março

No Reino Unido, Covid19 é removido da lista de doenças de alto-risco.

Now that more is known about COVID-19, the public health bodies in the UK have reviewed the most up to date information about COVID-19 against the UK HCID criteria. (…). The Advisory Committee on Dangerous Pathogens (ACDP) is also of the opinion that COVID-19 should no longer be classified as an HCID.

O Diretor do Instituto de Saúde Alemão admite publicamente que a estatística de mortes POR CORONA não discrimina se o virus é a causa de morte, ou se a pessoa veio a morrer por outros motivos. A presença do virus, neste caso, é creditada pelo óbito – independente da razão deste.

Na Suiça hospitais preparados para a epidemia “continuam vazios”.

Professor Karin Moelling, da Virologista da Universidade de Zurique, afirma não se tratar de um “virus morta”l, e “pânico têm que terminar” urgentemente.

25 de março

Um imunologista alemão, Professor Stefan Hockertz, alerta em um programa de rádio: Covid-19 é mais perigoso do que Influenza, mas não justifica as medidas autoritárias impostas por muitos países.

O virologista e bioquímico argentino, Pablo Goldsmicht diz que vírus não é diferente de uma gripe, e possivelmente já circula entre nós por muito mais tempo do que se imagina. Ele lembra que 3 milhões de recém-nascidos morrem de pneumonia todo ano nos EUA – e nem por isso estabelecem um “Terror Global”.

Professor Martin Exner, do Instituto de Higiene da Universidade de Bonn, em entrevista explica a situação dos hospitais alemãos: médicos e enfermeiros afastados (por terem sido testados positivo) não encontram substitutos facilmente. A situação é complicada pelo fato de que as fronteiras foram fechadas – e, com isso, torna-se impossível receber ajuda humana de outros países.

Ainda da Alemanha – Julian Nida-Ruemelin, do ministério da cultura daquele país – critica o toque de recolher e aponta para o baixo risco do virus.

26 de março

Nos EUA um estudo estatístico demonstra que casos de sintomas de gripe vêm diminuindo – o que NÃO PODE SER ATRIBUÍDO as medidas implementadas pelo governo, (somente 1 semana antes desta data).

O mesmo ocorre na Alemanha, como relatado pelo Instituto Robert Koch.

The increase in the number of visits to the doctor cannot currently be explained either by influenza viruses circulating in the population or by SARS-CoV-2.

O famoso virologista italiano, Giulio Tarro, confirma dados já explicitados. Com 1% de mortalidade, o Corona virus em nada difere da gripe comum (Influenza). Além disso, ele revela que o número de leitos disponíveis reduziu 51% graças aos cortes públicos que ocorrem desde 1997. Ele também critica a falta de distinção nos dados de óbito – no qual casos de morte pelo virus são computados como casos de morte com o virus.

And the current clogging of the intensive care units, especially in Lombardia, which show us every day on TV how do you explain it?

“In the meantime, I remember that according to the World Health Organization, our country has halved the number of beds for acute cases and intensive care, from 575 per 100,000 inhabitants to 275 today. A scandalous cut of 51%, operated progressively from 1997 to 2015, which brings us to the bottom of the European rankings. Among other things, it should be said that, despite the images of what was happening in China were there for all to see, it would be said that – unlike other countries such as France – very little has been done in Italy to prepare for the epidemic, plus it should be noted that, following the emphasis of the threat posed by COVID 19, patients who could have been treated in other facilities were brought to the intensive care units As regards, then, the peak of deaths recorded in Lombardia it is to be noted that this region is in first place for the making of tampons; this, combined with the casual praxis to present, even in institutional settings, as “coronavirus deaths” patients who, on the other hand, could have “coronavirus deaths” (ie suffering from previous pathologies that caused death) could explain the “mortality peak for COVID19” of Lombardia. For this reason, it would be appropriate before identifying the primary cause of death in COVID19, carrying out the necessary pathological investigations and, above all, defining a standard to be applied throughout the national territory. A question that – in my opinion – still does not have the space it deserves. “

Ao contrário de outros países, a Suécia decide não impor restrições na vida de seus cidadãos. Eles buscam obter aquilo que outros países se recusaram – imunidade de bando (herd immunity). Contudo, o governo aumenta a participação no cuidado dos cidadãos mais vulneráveis (em especial idosos), e pede para aqueles com sintomas de gripe ficarem em casa.

“Open for Business”

Dr. Jessica Hamed, especialista em Direito constitucional da Alemanha, chama as decisões do governo de Angela Merkel, “totalmente ilegal”.

O último monitoramento da União Européia indica que, apesar do pânico, o número de mortes prevista continua dentro do normal, exceto para idosos (mais precisamente italianos).

27 de março

“Esta é uma epidemia de testes” – declara o médico alemão Richard Capek. Enquanto o número de testes positivos aumenta, o número de óbitos não segue a mesma tendência – o que nos leva a crer não se tratar de um crescimento exponencial da doença.

O virologista alemão, Dr Carsten Scheller, engrossa o coro daqueles que não enxergam no Covid-19 diferenças cruciais de uma gripe comum. Para ele, o uso único de máscaras é ineficaz para combater a entrada da infecção, embora possa restringir a transmissão daqueles que já possuem o virus.

Em Bergamo, norte da Itália, a mídia expõem o seguinte fato: a razão para o colapso do sistema médico naquela cidade deve-se ao fato de que muitos moradores da região terem buscado o hospital para averiguar (testar) se carregavam o virus ou não. Isso também explica a alta taxa de mortalidade, já que o virus pode ter tido acesso aos pacientes debilitados por causa do pânico.

Acadêmicos da Universidade de Stanford, Dr. Eran Bendavid and Dr. Jay Bhattacharya, atestam que a reação à mortalidade do virus foi exagerada, pois em muito se assemelha à gripe comum.

If we’re right about the limited scale of the epidemic, then measures focused on older populations and hospitals are sensible. Elective procedures will need to be rescheduled. Hospital resources will need to be reallocated to care for critically ill patients. Triage will need to improve. And policy makers will need to focus on reducing risks for older adults and people with underlying medical conditions. 

A universal quarantine may not be worth the costs it imposes on the economy, community and individual mental and physical health. We should undertake immediate steps to evaluate the empirical basis of the current lockdowns.

Dr. Gerald Gaß, presidente da Associação Alemã de Hospitais, diz que a razão pela qual o número de óbitos foi tão alta da Itália esconde-se por detrás de um sistema de saúde em franca decadência.

Dr. Wolfgang Wodarg, perde o cargo no Instituto de Transparência Internacional da Alemanha, por suas opiniões controversas a respeito do virus (e suas consequências sociais).

Edward Snowden vêm a público com um alerta: Governos estariam utilizando do virus para aumentar o Estado de Vigilância e restringir direitos civis – os controles utilizados durante a crise podem vigorar após o término dessa.

Na França o governo lança dados a respeito da pandemia.

– A maior parte dos óbitos ocorre entre idosos (93% acima dos 65 anos)
– 2.4% dos óbitos ocorrem entre pessoas jovens
– 26% dos casos de UTI eram acima dos 75 anos, e 67% traziam outras complicações

Nos EUA o pesquisador Stephen McIntyre avalia a epidemia em comparação com mortes por pneumonia. Entre 3000 e 5000 pessoas morrem de pneumonia nos EUA a cada semana, um número significantemente maior do que Covid-19.

John Lee, professor emérito de patologias do Reino Unido, aponta para erros na leitura de dados – e como isso inflou o número de mortos.

But there’s another, potentially even more serious problem: the way that deaths are recorded. If someone dies of a respiratory infection in the UK, the specific cause of the infection is not usually recorded, unless the illness is a rare ‘notifiable disease’. So the vast majority of respiratory deaths in the UK are recorded as bronchopneumonia, pneumonia, old age or a similar designation. We don’t really test for flu, or other seasonal infections. If the patient has, say, cancer, motor neurone disease or another serious disease, this will be recorded as the cause of death, even if the final illness was a respiratory infection. This means UK certifications normally under-record deaths due to respiratory infections.
Now look at what has happened since the emergence of Covid-19. The list of notifiable diseases has been updated. This list — as well as containing smallpox (which has been extinct for many years) and conditions such as anthrax, brucellosis, plague and rabies (which most UK doctors will never see in their entire careers) — has now been amended to include Covid-19. But not flu. That means every positive test for Covid-19 must be notified, in a way that it just would not be for flu or most other infections. 
In the current climate, anyone with a positive test for Covid-19 will certainly be known to clinical staff looking after them: if any of these patients dies, staff will have to record the Covid-19 designation on the death certificate contrary to usual practice for most infections of this kind. There is a big difference between Covid-19 causing death, and Covid-19 being found in someone who died of other causes. Making Covid-19 notifiable might give the appearance of it causing increasing numbers of deaths, whether this is true or not. It might appear far more of a killer than flu, simply because of the way deaths are recorded.

Em um outro estudo da Universidade de Stanford apontam que, em testes no qual Corona Virus foi positivo, outras gripes podem também ser encontrados.

No mesmo dia o número de pessoas registrando-se como desempregadas nos EUA explode – aproximadamente 3 milhões perderam seus empregos.

Na Espanha, médicos apontam que alguns testes para o virus só possuem 30% de eficácia (muito menor do que o recomendado, que é 80%).

Em um estudo publicado na China, lê-se: pacientes possuem 84% de chances de morrer do virus em ambientes extremamente poluídos (Como no Norte da Italia e na província de Wuhan).

Entidades de divulgação científica da Alemanha criticam a forma com que os dados sobre o virus vêm sido divulgados pela mídia, e conclui: a apresentação de óbitos sem distinção das causas de morte incorre em exageros.

28 de Março

Estudo da Universidade de Oxford aponta que virus já deveria estar circulando entre a população desde Janeiro de 2020 – e milhões de pessoas já possuem imunidade ao virus por exposição.

O especialista em mídia, Professor Otfried Jarren, critica a forma com que a mídia alemã lida com os fatos e reclama da ausência de um debate entre experts.

29 de março

Uma microbiologista de Milão, Maria Rita Gismondo, critica o governo italiano e a forma com que expõem os dados de infectados. Para ela, estes números são falsos, pois tal diagnóstico só é possível através de um procedimento que envolve uma bateria de exames, e testes de urgência (para achar o virus) nada dizem sobre a saúde de um indivíduo a priori.

O escritor italiano Fulvio Grimaldi categoriza as medidas contra o virus “pior do que o fascismo”.

30 de março

Aumenta a preocupação a respeito dos contágios dentro de hospitais – a famosa infecção hospitalar. Médicos temem que, ao buscar o sistema de saúde com suspeita da doença, pessoas infectadas tragam o virus para as unidades de tratamento intensivo (ou vice-versa – quando pessoas saudáveis adquirem o virus em hospitais). A estatística alemã prevê que 15% dos residentes em hospital sofrem com esse tipo de transmissão que, no caso do Corona Virus, torna-se extremamente fatal.

Uma outra preocupação é o tipo de tratamento contra o virus – que pode ser mais fatal do que a doença em si. Países têm a liberdade de testar o que quiserem, dentro de sua própria legislação.

Na Alemanha, hospitais recusam pacientes – não pelo fato de estarem lotados – mas simplesmente pela falta de funcionários, já que médicos e enfermeiras cujo teste para o Corona Virus deu negativo, não podem trabalhar.

Em outra estimativa, também da Alemanha, dados apontam para pacientes de demência morrendo de stress – já que além da mudança abrupta (que afeta aqueles que precisam de cuidado integral), muitos vêm a falecer por outros fatores – e muitas vezes o óbito é atestado como morte pelo virus.

Em Bernn, na Suiça, o Professor Gérard Krause, do Centro de Pesquisa de Infecções German Helmholtz, anuncia que mais pessoas morrerão pelas medidas de isolamento do que o virus em si.

Na Inglaterra, o jurista Lord Sumption, da Suprema Corte, engrossa o coro daqueles que enxergam nas medidas de combate ao virus um excesso político digno de Estado Policial. Com palavras que geram calafrios, ele nos lembra que são em momentos de histeria, como estes em que vivemos, que permitem o estabelecimento dos piores regimes ditatoriais:

The real problem is that when human societies lose their freedom, it’s not usually because tyrants have taken it away. It’s usually because people willingly surrender their freedom in return for protection against some external threat. And the threat is usually a real threat but usually exaggerated. That’s what I fear we are seeing now. The pressure on politicians has come from the public. They want action. They don’t pause to ask whether the action will work. They don’t ask themselves whether the cost will be worth paying. They want action anyway. And anyone who has studied history will recognise here the classic symptoms of collective hysteria. Hysteria is infectious. We are working ourselves up into a lather in which we exaggerate the threat and stop asking ourselves whether the cure may be worse than the disease. 

31 de março

Enquanto na Alemanha ainda questionam a forma com que as mortes são reportadas, na Italia enviam pacientes com suspeita do virus para se tratarem na Alemanha. Um político pergunta: Como é possível que pacientes italianos vão tratar-se na Alemanha, enquanto leitos estão com dois-terços de vagas em hospitais italianos?

O professor John Ioannidis novamente critica a manipulação de dados, dessa vez para o Jornal Europeu de Investigação Clínica. Dentre as razões para a comunicação falhar, ele aponta:

Problems with early estimates and responses to the COVID‐19 epidemic

  • A highly flawed nonpeer‐reviewed preprint claiming similarity with HIV‐1 drew tremendous attention, and it was withdrawn, but conspiracy theories about the new virus became entrenched
  • Even major peer‐reviewed journals have already published wrong, sensationalist items
  • Early estimates of the projected proportion of global population that will be infected seem markedly exaggerated
  • Early estimates of case (infection) fatality rate may be markedly exaggerated
  • The proportion of undetected infections is unknown but probably varies across countries and may be very large overall
  • Reported epidemic curves are largely affected by the change in availability of test kits and the willingness to test for the virus over time
  • Of the multiple measures adopted, a few have strong evidence, and many may have obvious harms
  • Panic shopping of masks and protective gear and excess hospital admissions may be highly detrimental to health systems without offering any concomitant benefit
  • Extreme measures such as lockdowns may have major impact on social life and the economy (and those also lives lost), and estimates of this impact are entirely speculative
  • Comparisons with and extrapolations from the 1918 influenza pandemic are precarious, if not outright misleading and harmful

Um jornal médico Chinês aponta que 50% dos testes apresentam valores falso-positivo. Tal valor foi retratado, embora ajam um número de confirmações para a ineficácia do teste.

Analistas de risco da Alemanha criticam a falta de dados verossímeis e a falta de ética na leitura dos dados.

O primeiro-ministro da Hungria remove poder do parlamento e passa a legislar autoritariamente. Dentre as medidas aprovadas, prisão para aqueles que espalharem FAKE NEWS a respeito da crise. Analistas políticos já descrevem o movimento político como um golpe de estado, e “power grab”.