A Mentira Sem-Fim

Em meus encontros mais recentes com os mascarados tenho notado uma diferença crucial. O medo, originalmente criado como resposta ao inimigo invisível (o virus), dá lugar a incredulidade, ao sentimento de impotência – e a pergunta: “Quando isso tudo vai terminar?” .

Aos poucos a população começa a perceber que o plano não é #SalvarVidas, mas sim #DestruirVidas. Com a ajuda da mídia a realidade ao redor segue o enredo do “perigo iminente”, enquanto a hipocrisia reina absoluta até mesmo entre os céticos de plantão (erroneamente chamados de ‘negacionistas’ – simplesmente por pedirem maior transparência dos dados e fatos relacionados à pandemia). Aqueles que desconfiam que as coisas não são como a TV diz, mesmo estes, continuam apegados ao uso de máscaras e preferem saudar uns aos outros com socos ou pontapés. As cordialidades do dia-a-dia são agora uma simulação do MMA – um esporte brutal que já há algum tempo rivaliza com o futebol, nossa paixão nacional.

Do UFC para sua Vizinhança – A Neurolinguística do Ódio

Enquanto a estatística oficial do governo mente descaradamente a respeito do desemprego e da miséria galopante, o que vejo é um aumento no número de pedintes e um fluxo migratório da classe média à pobreza. O perfil dos pedintes de rua também mudou. Agora é possível ver pais e mães desesperadamente pedindo ajuda nos sinais de trânsito, alegando que não há o que comer em casa para seus filhos, e recebendo um “não” sem-vergonha dos mascarados, comunicando com gestos de dentro de seus veículos, com janela fechada – temendo serem afetados pelo virus da pobreza.

Acima de tudo percebo a exaustão e a falta de cordialidade daqueles que são OBRIGADOS a usar as malditas máscaras por 8-10 horas por dia. Já não me incomodo mais por não receber uma resposta ao dizer “Bom Dia” quando entro em um estabelecimento comercial. Já não me incomodo mais com a dose diária de olhares demoníacos (fluoride stare) respondendo ao meu rosto descoberto – que ainda se lembra de como sorrir, tossir, espirrar. Não se ouve nas ruas o som de pulmões se aliviando através da tosse e do espirro. Jamais pensei que sentiria falta destes sons guturais. Mas sinto falta, sobretudo, do sorriso de crianças, ou mesmo suas vozes repletas de entusiasmo para interagir com o mundo. Para os pequenos cidadãos não há escolha, nem motivos para sonhar. Essa é uma geração que cresce sem fantasia – mas com muito temor no coração – um temor que será liberado quando atingirem a maturidade (aguardem, pois em poucos anos teremos uma Covidjugend ).

Mas eis que a única verdade nessa coisa toda é a mentira que normalizamos aos poucos – mesmo que esta soe ilógica, absurda e destrutiva. Um pouco como acontece em quadros esquizofrênicos – me parece causar enorme desconforto mental duvidar ou questionar a narrativa imposta pela mídia e pelos órgãos de governo como única verdade. Neste contexto é importante parabenizar as tecnologias digitais por criarem mais essa confusão mental – afinal, é através da tela de seus computadores e telefones que a Estupidez Artificial controla as massas e confunde-os com uma ignorância informada. “Cada um tem uma opinião” – ouço alguém dizer toda vez que trago uma nova revelação da ciência aos ouvidos da peble. Para eles, ciência é feita de opiniões, e não debates e espírito inquisitor.

A caça-as-bruxas atinge seu píncaro na forma de uma censura jamais vista antes. Canais como o Youtube restrigem ao máximo o acesso à informação; entidades como a Wikipedia utilizam-se de fact-checkers para estabelecer o paradigma da informação; e mesmo o governo não libera acesso aos seus indicadores essenciais. Um exemplo é o fato de que em todos meus contatos com órgãos públicos oficiais, inclusive secretarias e o Ministério da Saúde, não obtive resposta às minhas perguntas. Aja boa-vontade para pedir o mínimo de bom-senso entre interlocutores hoje em dia – e não me impressionaria ver, no futuro, pessoas sendo apedrejadas por defender a vida e a liberdade neste zombie apocalypse.

Neste artigo irei apresentar a mutação da mentira que, como o virus, passou a se manifestar na forma de uma diversidade de variantes. O uso filológico de terminologias científicas passa a englobar valores e significados jamais antes vistos. Um exemplo é a idéia de que imunidade de rebanho (herd immunity) é uma consequência da vacinação, e não do enfraquecimento natural do virus em sua história de infecção versus imunidade adquirida naturalmente. Como denunciado por contribuidores da mídia independente – a própria OMS mudou a definição de Imunidade de Rebanho na surdina – assim retirando a possibilidade de que uma população possa ser imunizada naturalmente, sem o auxílio de vacinas.

A OMS segue os ditames da indústria farmacêutica em conluio com os grandes investidores – isso nada mais é do que a velha fome capitalista por lucro em primeiro lugar, mesmo que isso signifique o sacrifício de incontáveis vidas e a imposição de uma Estado de Exceção – onde a democracia perde espaço para a tirania de uma ditadura médica aliando interesses privados com a máquina estatal. Isso nada mais é do que Fascismo.

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“Nada Será Como Antes”

Em carta aberta, mais de 500 banqueiros e economistas pedem medidas de combate à pandemia 

PERGUNTA: O que um banqueiro sabe de saúde pública?

De acordo com o website do G1 (Globo News), a opinião de banqueiros e economistas possui uma relevância fundamental no combate a pandemia – e não somente pelo impacto econômico. Em uma chamada televisiva (que frisa, com oportunismo, a narrativa já concretizada pela própria mídia), jornalistas lêem trechos da carta que consideram mais importantes – dentre eles, o FIM DO DEBATE ESTÉRIL e as FALSAS NOTÍCIAS – ao mesmo tempo que imploram para os poderes vigentes ouvirem a ciência.

Creio que aqui esbarro em um oximoro:

Afinal, qual ciência é feita sem debate?

Empurrado para debaixo do tapete, o debate ético sobre os limites da ciência – (no que diz respeito, por exemplo, a forçar a população a tomar uma vacina experimental) – demonstra que, para os banqueiros e economistas, o Código de Nuremberg e outros instrumentos legais criados para impedir o abuso médico simplesmente deixaram de existir. Enquanto isso o Ministro da Economia, Paulo Guedes, postula que a vacina não deve ser obrigatória – mas os não-vacinados não mereceriam participar da vida em comunidade. Com esta tônica, vemos que na mesma carta tentam ampliar esta tendência de universalizar as medidas sanitárias em consonância com um agenda global – o importante é seguir iniciativas que eles, os banqueiros, consideram bem-sucedidas:

Estamos no limiar de uma fase explosiva da pandemia e é fundamental que a partir de agora as políticas públicas sejam alicerçadas em dados, informações confiáveis e evidência científica. Não há mais tempo para perder em debates estéreis e notícias falsas. Precisamos nos guiar pelas experiências bem-sucedidas, por ações de baixo custo e alto impacto, por iniciativas que possam reverter de fato a situação sem precedentes que o país vive.

Mas o que, consideram os “cientistas” econômicos, como experiência bem-sucedida?

Visivelmente, os países pelos quais o Brasil se pauta para tomar decisões são aqueles onde a taxa de mortalidade é a mais alta. Vide os índices dos EUA. da UE e da Inglaterra – de onde a maioria das informações e dados científicos adotados pelo Brasil origina-se.

Da mesma forma é essencial a introdução de incentivos e políticas públicas para uso de máscaras mais eficientes, em linha com os esforços observados na União Europeia e nos Estados Unidos.

Na minha humildade peço para que os 500 economistas olhem para outros países – como, por exemplo, o Afeganistão – onde pouco existe de estrutura em saúde pública (em um país devastado por décadas de guerra), mas cuja mortalidade por Covid-19 acaba de atingir a marca de 2000 mortos. Será que podemos nos guiar pela experiência bem-sucedida do Afeganistão?

Também gostaria de mencionar Cuba – cuja experiência bem-sucedida em lockdowns direcionados e de curta duração, aliada a um serviço de saúde famoso por sua eficiência – não produziu mais do que algumas centenas de mortos. Será que podemos nos guiar através do modelo cubano?

O fato de que a alta-mortalidade limita-se aos países mais desenvolvidos deveria gerar um número de indagações pertinentes – e um olhar crítico sobre as políticas de Saúde Pública sendo aplicadas no Brasil. Infelizmente, isso também escapa do debate – e órgãos de imprensa internacional, como a BBC, continuam a conduzir o país ao negócio altamente lucrativo da vacinação – sendo o Reino Unido um dos produtores de vacina, intimamente conectados com a Universidade de Oxford. Conflito de interesse? Nenhum!

(É importante frisar que na mesma carta os economistas também ressaltam a importância de se adquirir mais respiradores – um instrumento comprovadamente nocivo à vida – já que inúmeros relatos apontam que 9 a cada 10 pessoas que são entubadas acabam por falecer).

Enquanto caminhamos para atingir a marca tétrica de 3 mil mortes por dia e um total de mortes acumuladas de 300 mil ainda esse mês, o quadro fica ainda mais alarmante com o esgotamento dos recursos de saúde na grande maioria de estados, com insuficiente número de leitos de UTI, respiradores e profissionais de saúde. Essa situação tem levado a mortes de pacientes na espera pelo atendimento, contribuindo para uma maior letalidade da doença. (…)

Isolados em sua torre de marfim (com conexão wireless), os 500 economistas que assinaram esse documento parecem não perceber que existem outras causas de mortalidadee um número expressivo de pacientes de câncer e outras doenças debilitates simplesmente não conseguem mais atendimento em hospitais públicos (onde leitos de UTI reservados para a pandemia acabam por deixar de fora uma parcela enorme de usuários). Em minha pesquisa ouvi inúmeros relatos de gente que, necessitando de tratamento médico, foram recusados na porta dos hospitais que passaram a priorizar o tratamento da Covid-19 – deixando de lado todas as outras urgências. Falta de médicos? De acordo com o Conselho Regional de Medicina do Paraná esta é uma meia-verdade.

O país nunca teve tantos médicos em atividade e a perspectiva atual é de manutenção dessa curva ascendente. Enquanto a taxa de crescimento populacional reduz sua velocidade, a abertura de escolas médicas e de vagas em cursos já existentes vive um novo boom. Entre outubro de 2011 e outubro de 2012, foram contabilizados 16.227 novos registros de médicos.

José Júlio Seabra Santos

A solução para enfrentar esses problemas recai, obviamente, sobre a tecnologia. Com um incentivo financeiro caracterizado como agressivo, vemos que o atendimento médico agora deve ser convertido em bate-papo virtual (prática esta já denunciada anteriormente neste blog). Para os economistas este é o caminho mais seguro e eficaz em tempos de pandemia – pois representa uma solução de baixo custo, que respeita o isolamento social, embora o impacto não seja condizente com as diretrizes da própria prática médica (o que dizer então do legado ético em Medicina).Uma start-up brasileira (ACESSO DIGITAL) especializada em prestação de serviços para bancos e grandes lojas do varejo, viu seus rendimentos deslancharem com a pandemia, em especial no segmento da Telemedicina. A pandemia obrigou o governo a liberar consultas à distância – e com isso a ACESSO DIGITAL foi inundada com o investimento de 580 milhões de reais das financeiras General Atlantic e Softbank.

Quantas vidas poderiam ser salvas se o mesmo investimento (de meio bilhão de reais) fosse revertido aos hospitais e serviços já existentes?

Em artigo retirado do think-tank Rand.org percebemos que as promessas da telemedicina estão longe de serem realistas – embora representem um ganho fundamental para a parcela tecnocrática que integra os serviços de saúde pública mundo afora – sob os auspícios de entidades financeiras cujos investimentos possuem um alcance global e profunda influência política.

In a recent study of teleretinal screening, which used telehealth to identify diabetics at risk of vision loss from diabetic retinopathy and refer them for in-person treatment, 38 percent of screened patients required in-person follow-up. However, the referred patients then confronted wait times of several months or greater, which is clinically significant given that in some cases the disease may deteriorate rapidly.

Vale lembrar também que, assim como os médicos dançantes que viralizaram em países desenvolvidos, a equipe médica de regiões menos abastadas do Brasil – também apavorados pelo CoronaPanic – em muitos momentos cruzaram os braços e se recusaram a receber pacientes em seus leitos reservados para Covid-19. Infelizmente, isso não é a exceção, mas a regra. Desde sempre o Brasil desponta como um dos piores locais para se conseguir atendimento médico, em especial através do SUS (Sistema Único de Saúde) – e isso, muito antes da pandemia aparecer. A idéia de que os hospitais estão sobrecarregados por causa do Coronavirus é também parte da estratégia do pânico e ferramenta essencial para a destruição criativa dos serviços de saúde.

E a Covid não teve nada a ver com isso…

Vacinas

Um outro detalhe importantíssimo deste documento é sua persistência fanática em vacinar toda população, impondo uma chantagem financeira na qual o país só pode ter sua economia recuperada após vacinarem toda população. Novamente, não há qualquer intenção em debater se a vacina é segura, necessária ou eficaz. Dessa forma, mesmo vacinas que já foram desacreditas internacionalmente (como a AstraZeneca, que foi barrada em diversos países Europeus pela alta taxa de mortalidade decorrente do uso), continuam a frequentar o mercado brasileiro com o apoio da mídia e governantes.

Estatísticas a respeito de fatalidades ocasionadas por ou após a administração de vacinas são inexistentes, ou difíceis de averiguar.

No Brasil ouve-se repetidamente que a vacina faz parte de uma campanha de imunização. O problema é que a vacina não imuniza e pode causar sintomas infinitamente mais perigosos do que a própria doença. Ignoram também a correlação entre o aparecimento de novas variantes (mais resistentes ao tratamento) e a vacinação.

Na verdade, a maioria das vacinas não protege totalmente contra a infecção, mesmo que possam impedir o aparecimento dos sintomas. Como resultado, as pessoas vacinadas podem, sem saber, carregar e espalhar patógenos. Ocasionalmente, podem até iniciar epidemias.

https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-56013381

Então, por que diabos chamam esse programa de vacinação um PLANO NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO?!

Vacinados – e dessa vez sem revolta…

A carta dos economistas continua apontando indicadores econômicos que culpabilizam a Pandemia, e não os lockdowns, pelo desastre econômico. Vale frisar que não há evidência científica capaz de correlacionar lockdowns com redução da mortalidade – embora possa citar um número expressivo de pesquisas que associam isolamento social, máscaras e confinamento involuntário com baixa imunidade e o aparecimento de infecções secundárias.

Mas este é o tipo de “debate estérli” que os economistas preferem não participar – e, com a ajuda da mídia, deixam a sociedade apalpando no escuro em busca de respostas.

Ainda sobre o milagre das vacinas, há algo ainda mais nefasto a ser revelado…

Não parece minimamente estranho para a mídia brasileira o fato de que a nova tragédia do Amazonas, cujo índice de mortalidade elevou-se nas primeiras semanas do ano, justamente quando iniciou-se o programa de vacinação, esteja associada com as injeções aplicadas e as tais reservas de leitos de UTI (e o uso indiscriminado de seus respiradores mortíferos). O Amazonas é um dos Estados Brasileiros que mais vacinou sua população proporcionalmente. Para a grande mídia não há qualquer relação entre o aparecimento da vacina e novas variante junto do aumento da mortalidade, e já se prevê que o Amazonas vai viver picos da doença até 2023.

Eugenia

A ciência que os banqueiros pedem é a ciência (inexistente) dos lockdowns e confinamentos involuntários. É a ciência da telemedicina, das máscaras e toques de recolher. É a ciência dos tratamentos experimentais com base em terapia genética e a coleta de material genético – tudo feito sem o consentimento informado dos pacientes. Na carta os banqueiros afinal deixam claro que o compartilhamento de informação genética é parte da estratégia de defesa contra esta e futuras pandemias.

O Brasil precisa ampliar suas capacidades de sequenciamento genômico em tempo real, de compartilhar dados com a comunidade internacional e de testar a eficácia das vacinas contra outras variantes com máxima agilidade. 

A denúncia de que laboratórios Chineses estariam coletando material genético e passando a informação para a polícia identificar dissidentes muçulmanos causou certo furor em 2020, mas a mesma discussão acabou por ser amaciada pelo suposto uso benéfico do sequenciamento genético – visto aqui como uma alternativa para encontrar propagadores do virus. Tabloides britânicos também denunciaram a prática de DNA harvesting que, de acordo com Telegraph, podem configurar um risco à saúde pública de nações inteiras – tendo em vista a capacidade dos leitores genéticos em reconhecer dados vitais de populações (e com isso produzir soluções para crises que possam inventar – e assim perdurar ad infinitum o mito de pandemias mortais).

Não há um consenso sobre a ética em coleta de material genético para fins científicos – mas as implicações são vastas e potencialmente perigosas. Uma das visões utópicas mais desconcertantes da cinematografia, capaz de dialogar com nossa atual realidade, pode ser encontrada no filme Gattaca (1997) – no qual o DNA de indivíduos não só define sua função na sociedade quanto discrimina contra aqueles que não possuem os “genes certos”. Seria esta a visão de mundo que os banqueiros tanto almejam?

There is no Ethics in Eugenics

Como podemos ver, a ciência nunca foi tão politizada quanto nos dias de hoje – e traz consigo ecos do detestável Movimento Eugenista que tanto seduziu círculos intelectuais nos primórdios do século 20, culminando nos horrores do programa de eutanásia forçada do Terceiro Reich. Hoje temos intelectuais pró-Eugenia trabalhando no gabinete do Primeiro Ministro Britânico, Boris Johnson. E, para quem duvida, o próprio filantrópico Bill Gates – representante maior da solução final (através de vacinas) – vêm de uma família cujo legado foi construído através do pensamento eugenista, atuando ativamente nos programas de esterilização forçada nos EUA. Estaríamos vivendo o prelúdio de mais um plano de extermínio em massa?

Em uma publicação recente do acadêmico David J. Galton podemos constatar que o movimento eugenista continua firme e forte – preconizando o uso de modificações genéticas para elevar o Ser Humano acima dos ditames da natureza. Contudo, transhumanismo não é a única aplicação da manipulação genética – e a história nos mostra os riscos ao se adotar tais práticas. O que dizer então do potencial para o uso de informação genética para um controle direcionado de certas populações?

 We argue for the plausibility of a broad definition of eugenics as “an attempt to improve heredity.”

Difamação

Além da Solução Final através de vacinas (engenharia genética), a politização da pandemia também recorre ao assassinato de reputações – envolvendo inclusive líderes de Estado. E não me refiro aqui ao presidente da Tanzânia, John Magufuli, falecido recentemente – após demonstrar a farsa dos testes PCR em seu país.

Thank you, Mr. President

No Brasil também temos um número considerável de cientistas devotados à ideologia tecnocrática, cujo maior obstáculo encontra-se representado na figura do presidente Jair Bolsonaro.

Em um artigo para o El País, o cientista Miguel Nicolelis demonstra o tipo de ciência que guia as decisões do governo brasileiro. Para ele, que não se limita a falar somente sobre pandemias, (um tópico fora de sua área de especialidade), o Brasil precisa implementar um lockdown nacional e, de preferência, ignorar as falas do atual presidente Bolsonaro – que ele acusa de seguir o lobby de segmentos da indústria que pedem a continuidade das atividades comerciais. O mesmo cientista deveria envergonhar-se por sua atuação pífia em Saúde Pública no Brasil – pois foi ele uma das lideranças no combate ao Covid-19 no Nordeste brasileiro – região que, como no resto do país, não foi beneficiada em nada pelas medidas autoritárias impostas pelos governadores de Estado.

Por outro lado, o Dr. Vernon Coleman, atualmente uma das vozes silenciadas pelo YOUTUBE e cuja reputação foi atacada pela WIKIPEDIA, desde o mês de março de 2020 já anunciava: as mortes por vacina serão anunciadas como mortes pelo virus. Além disso, o dr. também alertou para o efeito inverso na relação vírus-vacina. Para ele, o vírus foi criado para justificar a promoção de um tipo particular de vacina (que nada mais é do que engenharia genética em vasta escala). Esse dado pode ser confirmado pela recente obsessão de geneticistas em encontrar curas milagrosas para todas as doenças do mundo – e com isso recebendo investimentos vultosos de bilionários como, pasmem, o Sr. Bill Gates.

Para meus leitores poliglotas, deixo aqui o testemunho profético deste corajoso Old Man in a Chair – que em muito contribui para o debate em torno da verdade sobre a pandemia e os abusos da indústria farmacêutica.

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