The Great Gap

Caros Leitores,

Nos últimos meses tenho me ocupado exclusivamente com a produção de um video-documentário sobre a pandemia no Brasil – e isso justifica minha ausência.

Uso o termo ‘pandemia’ com reservas, é claro – já que o que vejo acontecer ao meu redor é um democídio (extermínio deliberado de populações), resultantes de lockdowns, máscaras e outras tecnologias escusas; atuando em conjunção com uma agenda geopolítica (definitivamente contra meus princípios).

Também não posso negar que foram muitas as decepções pessoais em um curto espaço de tempo – em especial de segmentos da sociedade (entre eles amizades) dos quais nunca esperava tanta mediocridade intelectual e falta de empatia com outros seres humanos… Mas prefiro resguarda-me ao compartilhar afeto àqueles que não são capazes de senti-lo – inebriados como se encontram nesta imersão virtual em uma narrativa construída para nublar a razão e neutralizar o bom-senso.

Antes só do que mal-acompanhado, já dizia vovó.

Mas tive com o que me ocupar – e a quem ouvir – a fim de manter minha sanidade e meus neurônios estimulados em tempos de lockdown; já que iniciar uma conversa na rua tornou-se impraticável (efeito colateral das máscaras é fazer a comunicação, no mínimo, perturbante).

Ao observar a turba mascarada ao meu redor, sua hostilidade e Evil-Eye quando me observam – lindo-leve-solto, sorrindo pelos parques, R-E-S-P-I-R-A-N-D-O sem amarras e feliz por isso… – deixo escapar um pensamento recorrente. Afinal entendo como conseguiram convencer tanta gente a se matar aos poucos… Exatamente da mesma forma com que conseguiram convencer judeus a vestirem uma estrela amarela, ou muçulmanos a se explodirem em nome de Allah.

É o medo, que tem Fanatismo como resposta.

COVID é um CULTO.

Um culto fúnebre.

Afinal, prefiro ficar em casa – mas não por ordem do governo.

Creio que passei a sofrer de Hikikomori – a enigmática doença japonesa que agora parece tornar-se uma epidemia de alcance global – silenciosa, e fatal. Seus agentes ‘infectados’ não mais desejam sair de casa e submeter-se a interações sociais. É uma opção anti-social amena, já que não envolve hostilidade contra aqueles que não respeitam a liberdade alheia; mas cujo status já merece a preocupação do governo japonês e autoridades em saúde mental.

Mas esta ‘pandemia’ infelizmente não entra na pauta da OMS. Não é possível vacinar pessoas contra a desilusão, o desencantamento do mundo.

(Mas, por falar em fatalidades – há uma que devo realmente lamentar…)

O Captain! My Captain!

Presto aqui uma homenagem (através deste vídeo) a um de meus eremitas favoritos – o genuíno humanista Alan Watt – receptáculo de imensa erudição, imensurável empatia e um espírito questionador refinado, destes que sabem fazer as perguntas certas.

Apesar do nome remeter ao também adorado britânico-budista da geração LSD (Alan Watts), este ranger Escocês (em exílio no Canadá) nunca gozou da fama merecida – e tirava sustento do dinheirinho que fazia de seu website, com a venda de livros de sua autoria. Sua missão: desvendar A Verdade e contá-la para quem estivesse disposto (e preparado) a ouvi-la.

Em 2020 eu fui um de seus alunos ocasionais – e não posso deixar de indicar seu website para futuros ouvintes anglófonos.

Se Watt buscou a verdade em vida, acredito que só veio a consegui-la no dia 4 de março (quando veio a falecer, sadly). As causas de sua morte não foram reveladas, mas seu legado vive na alma de todos aqueles que passaram noites em claro ouvindo sua voz confiante e estranhamente doce, senão familiar. Era como escutar o fogo estalar em uma lareira, deitado sobre uma colcha de retalhos…

Vá com Deus, e os Deuses – meu caro.

NUREMBERG 2.0

Também gostaria de anunciar neste curto espaço a primeira boa notícia do ano – e talvez em décadas – desde que os Nazis foram julgados em Nuremberg, 1945.

Reiner Fuellmich é um advogado alemão que anda dedicando-se a levar os responsáveis por esta narrativa de pandemia-convertida-em-tirania-médica aos tribunais internacionais. Neste vídeo o célebre advogado, responsável por expor atos criminais do Deutsch Bank e da Volkswagen no passado, apresenta um sumário onde explica as motivações para seu caso e os efeitos pretendidos neste ato de imensa bravura (do qual só tenho a agradecer). Não vai ser fácil, mas não é impossível. E por isso ele merece todo apoio deste blog.

Viel Glück!

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