Corona Virus

A ‘infodemia’ da ignorância e medo

Apresento aqui uma compilação de fatos, estatísticas e contra-argumentos a respeito da atual crise (dita pandemia), originalmente publicados pelo website Swiss Propaganda Research – um esforço colaborativo de acadêmicos e investigadores que visa expor e analisar táticas de propaganda geopolítica – sem fins lucrativos e isento de incentivos privados ou governamentais.

A intenção de publicar estes links não viola quaisquer imperativo democrático e segue o princípio de que ainda existe liberdade de informação no Brasil. Todos os links são previamente lidos, traduzidos e testados, e as fontes são cuidadosamente checadas. Este website é um trabalho independente, não-renumerado e seu conteúdo pode ser distribuído livremente (desde que citada a origem).

Apanhado Geral

Do período de 14 de março até hoje (10-04), o Swiss Propaganda Research apresentou um número considerável de artigos e documentos relacionados não somente às respostas oficiais ao virus, assim como o testemunhos de vozes daqueles que não obtiveram acesso aos microfones da mídia durante a crise – seja para propor soluções ou criticar a forma com que governos e entidades lidam com dados científicos para estabelecer políticas públicas.

Atualmente, além da criação de leis que penalizam discussões sobre o assunto, em especial quando estas não passam pelo crivo oficial do governo, é possível contemplar a célere reestruturação da ordem global – no qual, para muitos, a palavra Liberdade parece ter sido completamente nulificada de sentido e valor. Assistimos a normalização de um quadro supostamente temporário, mas que vai extender-se por meses, e pode mesmo perdurar por anos. Analistas apontam para sinais emergentes de um autoritarismo high-tech sem precedentes, sendo apresentados como única solução viável para a crise – prisão domiciliar e a vigilância em larga escala são alguns exemplos de medidas sendo impostas. Muitas decisões estão sendo tomadas sem o aval científico ou democrático, e por vezes ferem liberdades individuais e direitos civis.

Contudo, vozes dissidentes existem – e, em muitos casos são completamente ignoradas com efeito – já que governos e corporações mobilizam um número de especialistas e opiniões (pagas) com o intuito de ridicularizar ou ameaçar qualquer um que busque lucidez e clareza no debate. Enquanto isso a sociedade como um todo caminha para um quadro de recessão que pode durar anos, ou mesmo décadas (se levarmos em consideração de que todas essas medidas anunciam um endividamento ímpar, sem qualquer planejamento estratégico onde a população é ouvida).

A cura, afinal, tornou-se mais letal do que a doença – e vemos como estimula uma parcela grande da população a comportar-se irracionalmente, aterrorizados, levados a abraçar medidas autoritárias como salvação para deter um inimigo hipotético, ainda não bem delimitado. Já vimos isso antes – com o estabelecimento de ofensivas ao terrorismo (uma Guerra contra o Terror), quando foi conclamado o imperativo maior desta guerra invisível, que é o medo irracional – e não a ameaça em si. Desde então aceitamos viver em uma sociedade de vigilância absoluta, e nunca tão sucessível aos efeitos da propaganda em larga escala (através da amplificação da mídia social). Os efeitos deste medo irracional podem ser sentidos em todos os segmentos da sociedade, e ditam comportamentos para o bem e para o mal.

Paralelo a isso, a máquina incessante das fake-news inundam uma audiência já enfurecida pelas decisões políticas de seus governantes eleitos e, como de praxe, logo passam a buscar um bode-expiatório: e dessa vez a “China-Comunista” parece ser o alvo predileto – apesar de ser o modelo de capitalismo mais bem sucedido da atualidade, este binômio fictício já foi incorporado no imaginário coletivo brasileiro com mórbida conotação (pois esta representação do Chinês segue os ditames do velho Macarthismo norte-americano – atualmente revivido nas sinapses neurais através do consumo compulsivo de conteúdo gerado por redes sociais, muito populares no Brasil, embora todas made in USA).

Esse é, afinal, também um infovírus.

Um apelo aos leitores:

Ao compilar e revelar informação de fontes secundárias, o autor-tradutor deste blog pede ao seus leitores(as) para que exercitem o senso crítico e tirem suas próprias conclusões – e se declara isento de qualquer responsabilidade por quaisquer que sejam.

A única forma de lutar contra a peste é a honestidade

Alberto Camus – A Peste (1947)

by Michael Kountouris

Corona Virus – Update – Março/2020


14 de Março

De acordo com dados do Instituto de Saúde Italiano, a idade média das vítimas que vieram a falecer pelo vírus é de 80 anos de idade – 10% dos falecidos está acima dos 90 anos, enquanto 90% acima dos 70 anos.

80% dos mortos já sofriam com uma ou duas doenças crônicas. 50% já apresentavam três doenças crônicas. Dentre as doenças estão incluídas diabetes, problemas respiratórios e cardiovasculares, além do câncer.

Apenas 1% dos casos fatais foram de pessoas saudáveis. E apenas 30% eram mulheres.

O instituto também não faz distinção dentre aqueles que morreram do virus daqueles que morreram com o virus. Distinção essa que tornou-se cada vez mais nebulosa com o passar do tempo, em especial com a disseminação dos números.

O mesmo documento aponta que a superlotação de hospitais, que em parte sofreu aumento do número de casos de pessoas admitidas para averiguar suspeita do virus.

Tais dados foram atualizados em Abril-2020.

Poluição no Norte da Itália – Fevereiro-2020

Outros fatos que apontam para a alta taxa de mortalidade: a população de idosos é particularmente alta no norte da Itália, assim como os índices de poluição. Casos de doenças respiratórias que levam ao óbito não são incomuns, em especial nesta época do ano (quando ocorre o inverno europeu).

Estudos também apontaram para o número de casos onde os testes para COVID-19 revelam valores falso-positivos em pacientes – neste caso, a pessoa que vier a falecer pode ter o óbito relacionado com qualquer outra virose (gripe sazonal, como Influenza).

Tendo estes fatores em mente, a única forma de medir a letalidade do vírus não pode levar em consideração nem o número de casos reportados (os considerados como infectados) ou mesmo o número de óbitos (no qual o vírus foi encontrado – mas que pode ser relacionados com múltiplos fatores). É sim através do excedente de morte por pneumonia que foi possível avaliar o grau de letalidade do vírus no início da crise. Até a ocasião, os números não apontavam para uma letalidade particular do virus – de acordo com o monitoramento de mortes excedentes.

A análise dos dados até então demonstrou que indivíduos saudáveis e crianças iriam ser expostos ao vírus e sobreviver, enquanto velhos e grupos vulneráveis teriam que ter cuidado redobrado, com a adoção de medidas preventivas usuais, além de que os serviços médicos estariam preparados para atendê-los.

Medical literature

(1) Patrick et al., An Outbreak of Human Coronavirus OC43 Infection and Serological Cross-reactivity with SARS Coronavirus, CJIDMM, 2006.

(2) Grasselli et al., Critical Care Utilization for the COVID-19 Outbreak in Lombardy, JAMA, March 2020.

(3) WHO, Report of the WHO-China Joint Mission on Coronavirus Disease 2019, February 2020.

17 de março

“Una formidabile fonte di contagio”
O imunologista italiano professor Sergio Romagnani da Universidade de Florença chega a conclusão que, dentre 3.000 pessoas testadas positivas para o vírus, entre 50-75% não apresentam qualquer sintoma.

O volume de ocupação em hospitais italianos nesta época do ano atinge a casa dos 90%. Isso sugere que muitos pacientes readmitidos já poderiam estar retornando com o vírus – aumentando as chance de contágio entre pessoas vulneráveis dentro do ambiente hospitalar. A infecção hospitalar foi um dos elementos menosprezados na narrativa da mídia – e da OMS (Organização Mundial de Saúde), que logo nos primeiros momentos cobrou para que mais testes fossem feitos, (muitos deles, obviamente, em centros de saúde), e mesmo tenho conhecimento de que nem todos resultados seriam confiáveis.

Um médico espanhol da cidade de Málaga escreve em seu Twitter (agora deletado) – “é mais provável que as pessoas venham a morrer de pânico por causa de uma gripe qualquer do que pelo próprio COVID-19” – tal era o medo dos pacientes que atendia. O hospital em questão havia sido inundado por pessoas aterrorizadas por sintomas de gripe, o que certamente aumentou o número de contágios (por COVID-19) de pacientes que já se encontravam no hospital.

O vírus segue padrões distintos de outras gripes – exceto pelo exacerbado pânico – e traz consigo uma taxa de mortalidade relativamente alta para idosos de ambos os sexos. Contudo, a mortalidade em outras faixas etárias é maior em homens, embora quase inócuo para crianças.

Uma das vítimas espanholas mais jovens até então – um atleta espanhol de 21 anos – sofria de leucemia (fato que foi inicialmente ignorado pela mídia).

18 de março

Um estudo chinês conclui que a taxa de mortalidade em Wuhan, epicentro da epidemia, em pouco difere da gripe comum (que mata aproximadamente %1 dos infectados). Isso sugere que outros fatores estariam influenciando a fatalidade dos casos na Itália.

Também na China, cientistas apontam uma das causas para a maior mortalidade em certas regiões – a poluição – e desde o final de 2019 protestos tomaram conta das ruas de Wuhan por conta deste mesmo problema.

Uma das fabricantes de testes para o COVID-19 aponta para a natureza experimental do teste – que pode detectar outros virus gripais – e não recomenda o procedimento como forma de estabelecer um diagnóstico preciso:

Intended Use – This product is intended for the detection of 2019-Novel Coronavirus (2019-nCoV). The detection result of this product is only for clinical reference, and it should not be used as the only evidence for clinical diagnosis and treatment.

19 de março

O mito do serviço de saúde italiano – um dos melhores do mundo, de acordo com muitos veículos de mídia que vemos por aí. É possível encontrar relatos que contradizem isso – já há alguns anos os jornais locais têm noticiado um número anormal de pacientes em hospitais super-lotados, onde o staff encontra-se mal-renumerado e estruturalmente mal-preparados para atender mesmo casos de surto de gripe sazonal – o que dizer de uma epidemia em maior escala.

The rising drug prices, limited adoption of cheaper generics and a rapidly aging population are among the factors that led to 18 of 20 Italian regions spending more than budgeted on health care in the first six months of this year. In 2013, 15 regions were in the red.

Italy’s struggles to keep its population healthy with new treatments and care while balancing its books embody the challenges facing much of the rest of Europe.

But the country’s broader financial crisis has hit the health sector in some ways more than its peers: While health spending in rich countries recovered after the financial crisis, it has contracted in Italy for several years, according to the Organisation for Economic Cooperation and Development.

Em um artigo o virologista alemão da Universidade de Bonn, Dr. Hendrik Streeck, prevê que o número de mortes pelo Corona Virus na Alemanha não deve exceder o número de mortes por Influenza – que já mata 2.500 pessoas por dia naquele país durante esta época do ano. O artigo menciona o caso de um pensionista que morreu de falência cardíaca, mas entrou na estatística como vítima do Corona (por ter sido encontrado o virus em seu organismo em exame médico).

De acordo com o professor da Universidade de Stanford (EUA), John Ioannidis – é improvável que este virus vá matar mais pessoas do que uma gripe sazonal. Em um artigo entitulado “Produzindo um fiasco?”, ele aponta para decisões sendo tomadas sem uma apreciação efetiva dos dados apresentados – implicando em uma terrível incompetência dos envolvidos em políticas de saúde pública.

This evidence fiasco creates tremendous uncertainty about the risk of dying from Covid-19. Reported case fatality rates, like the official 3.4% rate from the World Health Organization, cause horror — and are meaningless. Patients who have been tested for SARS-CoV-2 are disproportionately those with severe symptoms and bad outcomes. As most health systems have limited testing capacity, selection bias may even worsen in the near future.

O mesmo professor concedeu uma entrevista de 1 hora, expressando sua preocupação a respeito da coleta e uso dos dados disponíveis sobre o vírus.

“Se a economia quebrar (…) veremos o surgimento de mais doenças”

Em um novo relatório do Instituto de Saúde Italiano as estatísticas se confirmam – somente 5 óbitos aparecem fora da idade estimada para os chamados grupos de risco – em todo caso, todas as vítimas jovens já sofriam complicações médicas sérias. O mesmo relatório chama as vítimas fatais reportadas no relatório, de falecimentos Covid19-positivos. (Isso chega a implicar que podem ter morrido COM o virus, e não mortas PELO virus).

Através de um estudo de 2006, citado pelo professor Ioannides, já naquela época era de conhecimento dos cientistas a alta taxa de mortalidade do Corona Virus entre populações idosas – mais particularmente em asilos. Esta tendência pode ser aplicada a atual pandemia. O mesmo estudo também aponta para o risco de resultados falso-positivo em testes para certificar a presença do virus.

The present investigation underscores the fact that laboratory testing is but one way to form inferences on the etiology of outbreaks, and cannot replace scrupulous clinical and epidemiological observation. When these different approaches lead to inconsistent observations, it is important to remain open to all possible explanations.

21 de março

O Jornal Japan Times pergunta: Japão aguarda uma explosão de Coronavirus. Aonde ele está?
Apesar de ter revelado um dos primeiros casos Covid-19 positivo, o Japão até esta data não havia imposto quaisquer restrições ao movimento de pessoas; e nos hospitais e nas ruas tudo parece como antes.

Despite the infectiousness of the virus, a March 9 report by a government-appointed panel said that about 80 percent of the cases identified in Japan didn’t pass on the infection. But there’s little consensus over why and skepticism over whether the same government that was issued a rare rebuke by U.S. health authorities for letting the Diamond Princess outbreak get out of hand is getting it right on coronavirus.

Na Itália cientistas novamente apontam para a poluição como possível razão para a alta mortalidade em doenças respiratórias – tanto no Norte da Itália quanto na província de Wuhan, onde os índices de poluição são considerados limítrofes, e suficientes para adoecer e matar pessoas mais vulneráveis.

Em reposta ao alarmismo que começava a despontar na Europa, o professor Sucharit Bhakdi – um renomado expert no campo da microbiologia – utiliza de palavras pesadas para descrever o pânico gerado ao redor da doença. Ele diz que culpar o virus pelas mortes é errado, e ignorar fatores como a poluição, é perigosamente alienante. Ele aponta que medidas drásticas — como o isolamento social e a prisão domiciliar como grotescas, inúteis e auto-destrutivas, enquanto alerta para um possível aumento de mortalidade entre idosos devido estas mesmas medidas.

“Infecção não é sinônimo de doença”

O Norte da Itália é a China da Europa
O pulmão dos habitantes daquela região já vêm sido prejudicados cronicamente por décadas…
Por esse motivo, não podemos comparar a situação de lá com outros lugares.
Sim, é uma tragédia incrível…
Por que a maior parte das medidas adotadas (contra o virus) na realidade não fazem sentido algum…

Embora a Espanha, naquela ocasião, apontasse a morte de 3 indivíduos abaixo dos 65 anos, nenhum dado permitiu descobrir se haviam outras complicações de saúde envolvidas.

No dia 20 de março a Itália apresentou um número de fatalidades recorde – 627 em todo país. Mesmo com todas fatalidades, esta contagem é inferior ao número de mortes (em geral) – que gira em torno de 1.200 vítimas por dia.

Na Lombardia um dado estatístico chama atenção: a maioria esmagadora (90%) de óbitos entre pessoas infectadas com o Corona Virus ocorre fora dos hospitais – ou seja, pessoas morrem em suas casas ou residências temporárias (asilos, internatos, etc). Apenas 260 das 2168 pessoas positivas para o teste morreram em UTIs.

Na ocasião o jornal Bloomberg citou outra estatística italiana: 99% das mortes por Corona Virus apresentaram outras condições de risco para a saúde do indivíduo.

22 de março

Um modelo científico do Colégio Imperial de Londres estima que entre 250.000 a 500.000 pessoas podem perder suas vidas por causa da presença do virus nas ilhas britânicas. Mais tarde os especialistas trouxeram um emenda que estipula que o número apresentado não adiciona aos óbitos anuais, mas é sim redundante com o número de mortes esperadas – em outras palavras – a estimativa de morte pelo virus continua baixa. Na ocasião o gabinete do Primeiro Ministro Boris Johnson contemplava a estratégia de imunidade de bando (herd immunity, no qual a doença desapareceria a medida que mais pessoas fossem infectadas e criassem resistencia). Não durou muito para que Primeiro Ministro fosse obrigado a mudar de discurso – tanto pela pressão midiática, (que denunciou descaso aos vulneráveis), quanto dos próprios cientistas atuando junto do governo.

Dr. David Katz, diretor do Centro de Pesquisas Preventivas da Universidade de Yalle, publica o artigo no New York Times: “Nossa luta contra o virus pode ser pior do que a doença em si?“. Neste artigo, ele aponta que a imunidade contra qualquer virus gripal só é possível quando a parcela saudável da população é infectada, e derrota a virus com as próprias defesas do corpo. No mesmo artigo ele defende uma política pública no qual os vulneráveis seriam protegidos, enquanto os resistentes seriam expostos ao vírus.

Importantly, that robust immune response also prevents transmission. If a germ can’t secure its hold on your body, your body no longer serves as a vector to send it forward to the next potential host. This is true even if that next person is not yet immune. When enough of us represent such “dead ends” for viral transmission, spread through the population is blunted, and eventually terminated. This is called herd immunity.

O professor italiano Walter Ricciardi revela que – “somente 12% dos certificados de óbito demonstraram uma ligação direta com Corona Virus” – e alega que a maior parte dos óbitos em hospital levam em consideração a presença do virus no organismo, mas não conseguem provar que os óbitos foram devidos ao virus, e não outras condições já existente no paciente.

“On re-evaluation by the National Institute of Health, only 12 per cent of death certificates have shown a direct causality from coronavirus, while 88 per cent of patients who have died have at least one pre-morbidity – many had two or three,” he says. 

O governo Suiço aponta 56 fatalidades – em sua maioria idosos – embora o mesmo não revele quantos deles já estariam em condições debilitates. Médicos questionam se a situação é mesmo uma calamidade – como insiste o governo. Hospitais denunciam a precariedade dos serviços de urgência para lidar com o vírus (embora a denúncia venha de ESTIMATIVAS – ou seja, baseado na possibilidade de que venham a precisar do serviço de urgência).

Mundo afora já se publicam denúncia sobre a falta de serviços médicos em hospitais. O motivo? Médicos e enfermeiras que foram testados Cov-19 positivo são obrigados a distanciar-se de suas tarefas rotineiras como parte das medidas de quarentena – mesmo que não apresentem qualquer sintoma. (Visto que muitos testes apontam falsos-positivos, é saudável questionar se a quarentena médica possa ter sido injustificada).

Ainda sobre a situação na Itália:

A maioria dos veículos de mídia publica que o número de mortes diário por Corona Virus é de 800 pessoas. Tal número é apresentado como falso, e oficiais do governo demonstram a preocupação em diferenciar mortes PELO VIRUS das COM O VIRUS.

Contudo, neste ponto é importante dizer que – a taxa de mortalidade foi MAIS ALTA nas regiões em que medidas de quarentenas (Lockdown) foram impostas com mais rigor. Na região da Lombardia, ao menos 90% das mortes no qual o virus foi encontrado ocorreram dentro de casa ou asilos, não em unidades de tratamento intensivo. E 99% dos óbitos podem ter decorrido em consonância com outros motivos – já que nestes casos poderiam haver condições debilitantes em jogo.

Dúvidas começam a surgir quanto ao risco de vida que medidas de isolamento social e quarentena domiciliar podem causar em idosos – isolamento também mata.

23 de março

Ex-ministro da saúde de Israel diz que virus não passa de uma gripe, e mais pessoas vão morrer por causa do isolamento forçado e do que pela doença em si.

Pietro Vernazza, um infectologista da Suiça, declara que as medidas de quarentena doméstica não possuem qualquer respaldo científico e devem ser revertidas. De acordo com ele, a maioria da população não vai fazer testes para o vírus, pois o mesmo pode passar completamente desapercebido (assintomático). Ele recomenda a proteção imediata para grupos de risco, enquanto a sociedade continue funcionando normalmente.

O presidente da Federação Mundial de Doutores Médicos, Frank Ulrich Montgomery, critica as medidas de quarentena na Itália, e chama-as de contra-produtivas.

Em novo estudo francês, lê-se: Mortalidade do SARS-Cov-2 não é diferente da de outras virus gripais.

The problem of SARS-CoV-2 is probably overestimated, as 2.6 million people die of respiratory infections each year compared with less than 4000 deaths for SARS-CoV-2 at the time of writing.

SARS-CoV-2: fear versus data

Em um documento da Organização Mundial de Saúde chegam a conclusão de que a taxa de infecção no mundo está diminuindo, e não aumentando.

Sobre a mortalidade de médicos. Vários veículos de mídia aplaudem médicos mortos “no campo de batalha”, enquanto ignorando o fato de que muitos destes médicos eram aposentados, incluíndo um médico de 90 anos, e podem ter morrido de causas naturais. Tais dados foram apresentados aqui.

Um estudo da Islândia aponta que 50% das pessoas diagnosticada com o virus são assintomáticas, enquanto os outros 50% mostram sinais de uma gripe normal. Uma das mortes, aponta como causadas pelo Covid-19 na Islândia foi de um turista (“apresentando sintomas incomuns”).

O jornalista britânico Peter Hitchens publica um artigo avassalador no Daily Mail. Ele diz: “Nem mesmo George Orwell (autor da utopia totalitária ‘1984’) pôde prever isso”. Ele também critica as medidas do governo britânico de isolamento social, e chama-as de prisão domiciliar.

“There’s Powerful Evidence This Great Panic is Foolish. Yet our freedom is still broken and our economy crippled”

As I watched the Prime Minister order mass house arrest on Monday night, I felt revulsion, anger and grief – as anyone brought up when this was a free and well-governed country would.

Imagem de drones da polícia britânica “caçando” aqueles que buscam ar fresco nas montanhas

O serviço social italiano aponta para casos de desordem civil, noticiando um certo número de pessoas que começam a arrombar estabelecimentos comerciais (para roubar comida).

Na Alemanha, o professor Sucharit Bhakdi escreve uma carta-aberta para a chanceler Angela Merkel – questionando as medidas de prevenção e a forma com que dados vêm sido utilizados.

24 de março

No Reino Unido, Covid19 é removido da lista de doenças de alto-risco.

Now that more is known about COVID-19, the public health bodies in the UK have reviewed the most up to date information about COVID-19 against the UK HCID criteria. (…). The Advisory Committee on Dangerous Pathogens (ACDP) is also of the opinion that COVID-19 should no longer be classified as an HCID.

O Diretor do Instituto de Saúde Alemão admite publicamente que a estatística de mortes POR CORONA não discrimina se o virus é a causa de morte, ou se a pessoa veio a morrer por outros motivos. A presença do virus, neste caso, é creditada pelo óbito – independente da razão deste.

Na Suiça hospitais preparados para a epidemia “continuam vazios”.

Professor Karin Moelling, da Virologista da Universidade de Zurique, afirma não se tratar de um “virus morta”l, e “pânico têm que terminar” urgentemente.

25 de março

Um imunologista alemão, Professor Stefan Hockertz, alerta em um programa de rádio: Covid-19 é mais perigoso do que Influenza, mas não justifica as medidas autoritárias impostas por muitos países.

O virologista e bioquímico argentino, Pablo Goldsmicht diz que vírus não é diferente de uma gripe, e possivelmente já circula entre nós por muito mais tempo do que se imagina. Ele lembra que 3 milhões de recém-nascidos morrem de pneumonia todo ano nos EUA – e nem por isso estabelecem um “Terror Global”.

Professor Martin Exner, do Instituto de Higiene da Universidade de Bonn, em entrevista explica a situação dos hospitais alemãos: médicos e enfermeiros afastados (por terem sido testados positivo) não encontram substitutos facilmente. A situação é complicada pelo fato de que as fronteiras foram fechadas – e, com isso, torna-se impossível receber ajuda humana de outros países.

Ainda da Alemanha – Julian Nida-Ruemelin, do ministério da cultura daquele país – critica o toque de recolher e aponta para o baixo risco do virus.

26 de março

Nos EUA um estudo estatístico demonstra que casos de sintomas de gripe vêm diminuindo – o que NÃO PODE SER ATRIBUÍDO as medidas implementadas pelo governo, (somente 1 semana antes desta data).

O mesmo ocorre na Alemanha, como relatado pelo Instituto Robert Koch.

The increase in the number of visits to the doctor cannot currently be explained either by influenza viruses circulating in the population or by SARS-CoV-2.

O famoso virologista italiano, Giulio Tarro, confirma dados já explicitados. Com 1% de mortalidade, o Corona virus em nada difere da gripe comum (Influenza). Além disso, ele revela que o número de leitos disponíveis reduziu 51% graças aos cortes públicos que ocorrem desde 1997. Ele também critica a falta de distinção nos dados de óbito – no qual casos de morte pelo virus são computados como casos de morte com o virus.

And the current clogging of the intensive care units, especially in Lombardia, which show us every day on TV how do you explain it?

“In the meantime, I remember that according to the World Health Organization, our country has halved the number of beds for acute cases and intensive care, from 575 per 100,000 inhabitants to 275 today. A scandalous cut of 51%, operated progressively from 1997 to 2015, which brings us to the bottom of the European rankings. Among other things, it should be said that, despite the images of what was happening in China were there for all to see, it would be said that – unlike other countries such as France – very little has been done in Italy to prepare for the epidemic, plus it should be noted that, following the emphasis of the threat posed by COVID 19, patients who could have been treated in other facilities were brought to the intensive care units As regards, then, the peak of deaths recorded in Lombardia it is to be noted that this region is in first place for the making of tampons; this, combined with the casual praxis to present, even in institutional settings, as “coronavirus deaths” patients who, on the other hand, could have “coronavirus deaths” (ie suffering from previous pathologies that caused death) could explain the “mortality peak for COVID19” of Lombardia. For this reason, it would be appropriate before identifying the primary cause of death in COVID19, carrying out the necessary pathological investigations and, above all, defining a standard to be applied throughout the national territory. A question that – in my opinion – still does not have the space it deserves. “

Ao contrário de outros países, a Suécia decide não impor restrições na vida de seus cidadãos. Eles buscam obter aquilo que outros países se recusaram – imunidade de bando (herd immunity). Contudo, o governo aumenta a participação no cuidado dos cidadãos mais vulneráveis (em especial idosos), e pede para aqueles com sintomas de gripe ficarem em casa.

“Open for Business”

Dr. Jessica Hamed, especialista em Direito constitucional da Alemanha, chama as decisões do governo de Angela Merkel, “totalmente ilegal”.

O último monitoramento da União Européia indica que, apesar do pânico, o número de mortes prevista continua dentro do normal, exceto para idosos (mais precisamente italianos).

27 de março

“Esta é uma epidemia de testes” – declara o médico alemão Richard Capek. Enquanto o número de testes positivos aumenta, o número de óbitos não segue a mesma tendência – o que nos leva a crer não se tratar de um crescimento exponencial da doença.

O virologista alemão, Dr Carsten Scheller, engrossa o coro daqueles que não enxergam no Covid-19 diferenças cruciais de uma gripe comum. Para ele, o uso único de máscaras é ineficaz para combater a entrada da infecção, embora possa restringir a transmissão daqueles que já possuem o virus.

Em Bergamo, norte da Itália, a mídia expõem o seguinte fato: a razão para o colapso do sistema médico naquela cidade deve-se ao fato de que muitos moradores da região terem buscado o hospital para averiguar (testar) se carregavam o virus ou não. Isso também explica a alta taxa de mortalidade, já que o virus pode ter tido acesso aos pacientes debilitados por causa do pânico.

Acadêmicos da Universidade de Stanford, Dr. Eran Bendavid and Dr. Jay Bhattacharya, atestam que a reação à mortalidade do virus foi exagerada, pois em muito se assemelha à gripe comum.

If we’re right about the limited scale of the epidemic, then measures focused on older populations and hospitals are sensible. Elective procedures will need to be rescheduled. Hospital resources will need to be reallocated to care for critically ill patients. Triage will need to improve. And policy makers will need to focus on reducing risks for older adults and people with underlying medical conditions. 

A universal quarantine may not be worth the costs it imposes on the economy, community and individual mental and physical health. We should undertake immediate steps to evaluate the empirical basis of the current lockdowns.

Dr. Gerald Gaß, presidente da Associação Alemã de Hospitais, diz que a razão pela qual o número de óbitos foi tão alta da Itália esconde-se por detrás de um sistema de saúde em franca decadência.

Dr. Wolfgang Wodarg, perde o cargo no Instituto de Transparência Internacional da Alemanha, por suas opiniões controversas a respeito do virus (e suas consequências sociais).

Edward Snowden vêm a público com um alerta: Governos estariam utilizando do virus para aumentar o Estado de Vigilância e restringir direitos civis – os controles utilizados durante a crise podem vigorar após o término dessa.

Na França o governo lança dados a respeito da pandemia.

– A maior parte dos óbitos ocorre entre idosos (93% acima dos 65 anos)
– 2.4% dos óbitos ocorrem entre pessoas jovens
– 26% dos casos de UTI eram acima dos 75 anos, e 67% traziam outras complicações

Nos EUA o pesquisador Stephen McIntyre avalia a epidemia em comparação com mortes por pneumonia. Entre 3000 e 5000 pessoas morrem de pneumonia nos EUA a cada semana, um número significantemente maior do que Covid-19.

John Lee, professor emérito de patologias do Reino Unido, aponta para erros na leitura de dados – e como isso inflou o número de mortos.

But there’s another, potentially even more serious problem: the way that deaths are recorded. If someone dies of a respiratory infection in the UK, the specific cause of the infection is not usually recorded, unless the illness is a rare ‘notifiable disease’. So the vast majority of respiratory deaths in the UK are recorded as bronchopneumonia, pneumonia, old age or a similar designation. We don’t really test for flu, or other seasonal infections. If the patient has, say, cancer, motor neurone disease or another serious disease, this will be recorded as the cause of death, even if the final illness was a respiratory infection. This means UK certifications normally under-record deaths due to respiratory infections.
Now look at what has happened since the emergence of Covid-19. The list of notifiable diseases has been updated. This list — as well as containing smallpox (which has been extinct for many years) and conditions such as anthrax, brucellosis, plague and rabies (which most UK doctors will never see in their entire careers) — has now been amended to include Covid-19. But not flu. That means every positive test for Covid-19 must be notified, in a way that it just would not be for flu or most other infections. 
In the current climate, anyone with a positive test for Covid-19 will certainly be known to clinical staff looking after them: if any of these patients dies, staff will have to record the Covid-19 designation on the death certificate contrary to usual practice for most infections of this kind. There is a big difference between Covid-19 causing death, and Covid-19 being found in someone who died of other causes. Making Covid-19 notifiable might give the appearance of it causing increasing numbers of deaths, whether this is true or not. It might appear far more of a killer than flu, simply because of the way deaths are recorded.

Em um outro estudo da Universidade de Stanford apontam que, em testes no qual Corona Virus foi positivo, outras gripes podem também ser encontrados.

No mesmo dia o número de pessoas registrando-se como desempregadas nos EUA explode – aproximadamente 3 milhões perderam seus empregos.

Na Espanha, médicos apontam que alguns testes para o virus só possuem 30% de eficácia (muito menor do que o recomendado, que é 80%).

Em um estudo publicado na China, lê-se: pacientes possuem 84% de chances de morrer do virus em ambientes extremamente poluídos (Como no Norte da Italia e na província de Wuhan).

Entidades de divulgação científica da Alemanha criticam a forma com que os dados sobre o virus vêm sido divulgados pela mídia, e conclui: a apresentação de óbitos sem distinção das causas de morte incorre em exageros.

28 de Março

Estudo da Universidade de Oxford aponta que virus já deveria estar circulando entre a população desde Janeiro de 2020 – e milhões de pessoas já possuem imunidade ao virus por exposição.

O especialista em mídia, Professor Otfried Jarren, critica a forma com que a mídia alemã lida com os fatos e reclama da ausência de um debate entre experts.

29 de março

Uma microbiologista de Milão, Maria Rita Gismondo, critica o governo italiano e a forma com que expõem os dados de infectados. Para ela, estes números são falsos, pois tal diagnóstico só é possível através de um procedimento que envolve uma bateria de exames, e testes de urgência (para achar o virus) nada dizem sobre a saúde de um indivíduo a priori.

O escritor italiano Fulvio Grimaldi categoriza as medidas contra o virus “pior do que o fascismo”.

30 de março

Aumenta a preocupação a respeito dos contágios dentro de hospitais – a famosa infecção hospitalar. Médicos temem que, ao buscar o sistema de saúde com suspeita da doença, pessoas infectadas tragam o virus para as unidades de tratamento intensivo (ou vice-versa – quando pessoas saudáveis adquirem o virus em hospitais). A estatística alemã prevê que 15% dos residentes em hospital sofrem com esse tipo de transmissão que, no caso do Corona Virus, torna-se extremamente fatal.

Uma outra preocupação é o tipo de tratamento contra o virus – que pode ser mais fatal do que a doença em si. Países têm a liberdade de testar o que quiserem, dentro de sua própria legislação.

Na Alemanha, hospitais recusam pacientes – não pelo fato de estarem lotados – mas simplesmente pela falta de funcionários, já que médicos e enfermeiras cujo teste para o Corona Virus deu negativo, não podem trabalhar.

Em outra estimativa, também da Alemanha, dados apontam para pacientes de demência morrendo de stress – já que além da mudança abrupta (que afeta aqueles que precisam de cuidado integral), muitos vêm a falecer por outros fatores – e muitas vezes o óbito é atestado como morte pelo virus.

Em Bernn, na Suiça, o Professor Gérard Krause, do Centro de Pesquisa de Infecções German Helmholtz, anuncia que mais pessoas morrerão pelas medidas de isolamento do que o virus em si.

Na Inglaterra, o jurista Lord Sumption, da Suprema Corte, engrossa o coro daqueles que enxergam nas medidas de combate ao virus um excesso político digno de Estado Policial. Com palavras que geram calafrios, ele nos lembra que são em momentos de histeria, como estes em que vivemos, que permitem o estabelecimento dos piores regimes ditatoriais:

The real problem is that when human societies lose their freedom, it’s not usually because tyrants have taken it away. It’s usually because people willingly surrender their freedom in return for protection against some external threat. And the threat is usually a real threat but usually exaggerated. That’s what I fear we are seeing now. The pressure on politicians has come from the public. They want action. They don’t pause to ask whether the action will work. They don’t ask themselves whether the cost will be worth paying. They want action anyway. And anyone who has studied history will recognise here the classic symptoms of collective hysteria. Hysteria is infectious. We are working ourselves up into a lather in which we exaggerate the threat and stop asking ourselves whether the cure may be worse than the disease. 

31 de março

Enquanto na Alemanha ainda questionam a forma com que as mortes são reportadas, na Italia enviam pacientes com suspeita do virus para se tratarem na Alemanha. Um político pergunta: Como é possível que pacientes italianos vão tratar-se na Alemanha, enquanto leitos estão com dois-terços de vagas em hospitais italianos?

O professor John Ioannidis novamente critica a manipulação de dados, dessa vez para o Jornal Europeu de Investigação Clínica. Dentre as razões para a comunicação falhar, ele aponta:

Problems with early estimates and responses to the COVID‐19 epidemic

  • A highly flawed nonpeer‐reviewed preprint claiming similarity with HIV‐1 drew tremendous attention, and it was withdrawn, but conspiracy theories about the new virus became entrenched
  • Even major peer‐reviewed journals have already published wrong, sensationalist items
  • Early estimates of the projected proportion of global population that will be infected seem markedly exaggerated
  • Early estimates of case (infection) fatality rate may be markedly exaggerated
  • The proportion of undetected infections is unknown but probably varies across countries and may be very large overall
  • Reported epidemic curves are largely affected by the change in availability of test kits and the willingness to test for the virus over time
  • Of the multiple measures adopted, a few have strong evidence, and many may have obvious harms
  • Panic shopping of masks and protective gear and excess hospital admissions may be highly detrimental to health systems without offering any concomitant benefit
  • Extreme measures such as lockdowns may have major impact on social life and the economy (and those also lives lost), and estimates of this impact are entirely speculative
  • Comparisons with and extrapolations from the 1918 influenza pandemic are precarious, if not outright misleading and harmful

Um jornal médico Chinês aponta que 50% dos testes apresentam valores falso-positivo. Tal valor foi retratado, embora ajam um número de confirmações para a ineficácia do teste.

Analistas de risco da Alemanha criticam a falta de dados verossímeis e a falta de ética na leitura dos dados.

O primeiro-ministro da Hungria remove poder do parlamento e passa a legislar autoritariamente. Dentre as medidas aprovadas, prisão para aqueles que espalharem FAKE NEWS a respeito da crise. Analistas políticos já descrevem o movimento político como um golpe de estado, e “power grab”.

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